Gouveia e Melo falava aos jornalistas a meio de uma visita à Feira Gastronómica de Boticas, no distrito de Vila Real, em que esteve acompanhado pelo presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, e pelo antigo ministro social-democrata Ângelo Correia.
O candidato presidencial António José Seguro pediu hoje “coragem política” para dar prioridade à saúde, inclusive em detrimento de outras áreas, porque "não pode faltar dinheiro” neste setor, estando “desejoso de ter a primeira reunião com o primeiro-ministro".
“Existe uma elevada demagogia no nosso sistema político. Por exemplo, na quinta-feira, perante um problema da saúde”, apontou o ex-chefe do Estado-Maior da Armada aos jornalistas, no centro histórico de Viana do Castelo.
“Acho que o setor da saúde está demasiado politizado, há demasiada guerra política em torno da área da saúde, e portanto isto é um ‘ping-pong’, Governo de um lado, oposição de outro. Com toda a franqueza do mundo, assim não se vai resolver problema nenhum da saúde, ninguém está a dar nenhuma solução”, afirmou Marques Mendes.
“Certamente vou dar nota de duas coisas: da inoportunidade que um Conselho de Estado no meio de uma eleição presidencial, que não tem uma justificação, a que não seja colocar o Presidente da República em exercício no centro do debate político. E obviamente que vou dizer a Marcelo Rebelo de Sousa que aquilo que aconteceu nos últimos dias em Portugal, em termos de saúde, mereceria uma ação firme do Presidente da República”, defendeu André Ventura.
“É isso que me interessa. Eu não estou na campanha para ser aliado de quem quer que seja. Estou na campanha apenas para ser aliado dos portugueses e para lhes dizer que, comigo na Presidência da República, a minha única aliança era para com os portugueses”, disse Jorge Pinto.
“Eu acho que se olharmos para o conjunto de candidatos que têm hipóteses de ir à segunda volta onde há mais clivagem de visão de sociedade, se quiser, é entre mim e António José Seguro”, afirmou o também eurodeputado.
“Estão identificadas as soluções, é preciso é coragem para agir. O Governo tem que ter essa coragem”, respondeu António José Seguro aos jornalistas, no Gavião, em Portalegre, quando questionado sobre a situação na saúde.
Hugo Soares discursou hoje na sessão de esclarecimento da campanha presidencial do candidato apoiado por PSD e CDS-PP, Luís Marques Mendes, e na qual também marcou presença a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes.
A visita integrou o dia de campanha do candidato apoiado por PSD e CDS-PP, que passou hoje pelos distritos de Setúbal e Évora, e aconteceu no dia em que foi notícia a morte de um homem, na terça-feira no Seixal, depois de quase três horas à espera de socorro do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Após ter visitado o centro de simulação da Faculdade de Medicina do Porto, que pertence ao Hospital de São João, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada também rejeitou entrar no tipo de discurso de pedir a demissão da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, contrapondo que os primeiros-ministros são os responsáveis pelos governos que formam.
“Eu acho que as questões ambientais devem estar no centro e se me perguntarem o que é que o Presidente da República pode fazer relativamente a isso eu acho que pode fazer aquilo que eu estou a fazer agora enquanto candidato, que é sensibilizar”, afirmou junto à praia da Costa da Caparica, onde recebeu um abaixo-assinado subscrito por 200 ecologistas de apoio à sua candidatura.
“Saiam da frente que se não ainda bato num molhe”, pediu o almirante aos repórteres de imagem que o fotografavam e filmavam enquanto ele simulava um navio a atracar no Porto de Leixões.
Os candidatos presidenciais António Filipe, Catarina Martins e André Ventura criticaram e apontaram hoje falhas à mensagem de Ano Novo do Presidente da República por não ter falado de problemas que afetam os portugueses.
“Torno público que a 18 de janeiro votarei no candidato apoiado pelo PS, António José Seguro”, escreve o antigo presidente da Assembleia da República (2016/2022) e ministro dos governos de António Guterres (1995/2002) numa mensagem que enviou à agência Lusa.
Numa mensagem de Ano Novo gravada em vídeo, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada dirige-se aos portugueses e incentiva-os a "transformar 2026 num novo despertar, num caminho renovado".
Numa mensagem de Ano Novo gravada em vídeo, o ex-secretário-geral do PS defende "uma mudança tranquila" no país, para que "cada geração tenha uma vida melhor do que a geração anterior".