Terceira edição da iniciativa de literacia financeira da APB contou com 317 sessões, dinamizadas por 68 voluntários da associação e de 13 bancos associados.
Para ajudar os pais e os alunos existem bolsas de estudo atribuídas anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, bolsas de mérito para os alunos com uma prestação excecional ou empréstimos bancários específicos para estudantes.
A cofundadora da COVID Education Alliance diz, ao JE, que a sala de aula está condenada a desaparecer, mas não o professor, cujo papel até se tornará mais forte. O mundo está a mudar, mas não pode cair na armadilha que tem seguido em que apenas os mais ricos conseguirão fazer a transição para a escola do futuro.
O comentador referia-se à saída de professores devido à reforma. Marques Mendes considerou também infeliz as declarações do ministro sobre ser preciso tempo para resolver os problemas no sector.
Diretores de três Faculdades de Economia dizem ao JE que só se conseguirá travar a fuga de talento com uma alteração profunda dos salários. E para isso é indispensável baixar a carga fiscal sobre o trabalho.
Os sindicatos como a FENPROF falharam redondamente, apesar do alarido. A única coisa que a FENPROF e outros asseguraram ao longo das últimas décadas foi a sua própria existência.
A desigualdade educativa não existe apenas entre o ensino público e o ensino privado, essa desigualdade também existe quando entre os alunos do ensino público uns têm professores e outros não.
Entre as medidas defendidas pelo partido está o reajuste das bolsas de estudo para os estudantes, "incluindo os que residam em zonas rurais mais distanciadas, com mais apoios para alojamento", e também a promoção de apoios económicos para aqueles que se deslocam da Madeira para o Continente para estudar, "garantindo uma percentagem de quartos ou residências para os estudantes das ilhas".
Em nota enviada esta manhã à imprensa, o partido liderado por Nuno Melo aborda os principais problemas que assolam o sector da Educação em Portugal, como a falta de professores nas escolas do Ensino Básico e Ensino Secundário.
Informática e Português são as disciplinas que registam maiores dificuldades de recrutamento, segundo Luís Lobo, do secretariado nacional da Fenprof, que cita dados da Federação em declarações ao JE.
Olhando para o presente, o regresso às aulas, que acontece dentro de poucos dias, é visto pela maior parte dos pais e encarregados de educação com entusiasmo, mas também com alguma ansiedade.
O ano letivo 2023/2024 arranca na próxima semana, entre os dias 12 e 15, e, mais uma vez, a dificuldade em contratar docentes volta a assombrar a reabertura das escolas, um problema que, não sendo novo, parece agravar-se ano após ano.
As dificuldades na utilização do Portal das Matrículas, é o principal motivo de queixa pelos Encarregados de Educação, gerando 24.3% das queixas , já a falta de vagas, principalmente no ensino pré-escolar, é responsável por 21% das reclamações.
Com esta iniciativa, que marca o arranque das ações pela recuperação do tempo de serviço congelado, a FNE denunciou que o Governo liderado pelo socialista António Costa não cumpriu a promessa de requalificar aquele itinerário, em detrimento do tempo de serviço dos professores.
São várias as prioridades enumeradas por empresários e associações na altura de identificar os problemas que condicionam a economia madeirense. Dos recados deixados a quem venha a ser o próximo Governo Regional da Madeira, fica a importância de se valorizar a educação. Destaque ainda para a necessidade de se criar um regime fiscal mais atrativo e apoiar mais o investimento.
Falta de vagas e problemas com matrículas e manuais escolares gratuitos motivaram as mais de 500 reclamações feitas pelos pais e encarregados de educação nos últimos dois meses. Mais de metade das queixas foram dirigidas ao Ministério da Educação.
Certamente seria um erro ignorar os possíveis efeitos colaterais negativos do ChatGPT. No entanto, muitos já descobriram que a ferramenta pode ser incrivelmente poderosa.