A empresa faz entregas com drones de produtos de alimentação, eletrónica, cosmética, medicamentos e artigos para o lar.O serviço permite transportar artigos até 2,3 quilos que caibam numa caixa de sapatos grande.
Trata-se de um aumento de seis vezes face à sua cobertura atual, referiu a Amazon. O serviço de entrega por drones da Prime Air está disponível atualmente em cidades de sete estados, incluindo Arizona, Florida, Kansas, Louisiana, Michigan, Nebraska e Texas, com planos de lançamento em breve na Geórgia, Ohio, Illinois, Idaho e Nova Iorque.
Este material serve para tornar invisíveis drones ou aviões de guerra, aos olhos dos radares, permitindo a intrusão em território inimigo sem ser detetado.
O Reino Unido já forneceu munições de maior importância militar a Kiev, mas existem razões políticas para as declarações de Moscovo. Em causa pode estar a vontade russa de estender espectro da guerra a outras geografias. A Ucrânia não se faz rogada.
As plataformas autónomas, a entregar já em setembro, serão operadas diretamente pela Força Aérea Portuguesa. Os sistemas serão integrados em missões de vigilância marítima, segurança e defesa, e monitorização da Zona Económica Exclusiva (ZEE).
'His Majesty's Armed Forces' vão usar drone português que já conta com mais de 50 mil horas de voo a apoiar as forças ucranianas na luta contra a Rússia.
Ataques iranianos contra os vizinhos têm aumentado o interesse dos países do Golfo Pérsico em mais soluções de proteção e os drones portugueses têm provas dadas na guerra na Ucrânia.
Um país que privilegia sistemas de elevado custo e baixo volume aposta numa guerra curta e decisiva. Um país que investe em volume, redundância e baixo custo por unidade prepara-se para a duração, para resistir mais tempo do que o adversário. A evidência recente inclina-se claramente para esta segunda hipótese.
As operações com drones do Exército sudanês e das paramilitares Forças de Apoio Rápido (RSF), em confronto desde abril de 2023, intensificaram-se nos últimos meses em todo o país.
Beyond Vision vai ajudar emergências dos EUA a salvar vidas. Já está a trabalhar para neutralizar drones iranianos e russos no Médio Oriente e na Ucrânia. E critica burocracia nacional.
Depois do financiamento de 90 mil milhões ter sido desbloqueado, Von der Leyen referiu que a primeira metade, 45 mil milhões euros, será desembolsada este trimestre, dois terços dos quais se destinam à defesa ucraniana.
Já chegaram à Base das Lajes, nos Açores, os drones militares MQ-9 Reaper utilizados pelos Estados Unidos como plataforma logística em operações no Médio Oriente, com destino a uma base na Jordânia.
O Exército português está a adquirir a capacidade de observar, decidir e atacar com precisão, reduzindo o risco de danos colaterais, num paradigma que a guerra na Ucrânia tornou central. O problema não é o passo em curso. É o vazio que lhe sucede.
"O Aeroporto Internacional do Kuwait foi alvo de ataques flagrantes com drones, lançados pelo Irão e pelas fações armadas que apoia", disse o porta-voz da Autoridade de Aviação Civil, Abdullah Al-Rajhi.
Volodymyr Zelensky reuniu com o Presidente dos Emirados, Mohammed bin Zayed al-Nahyane este sábado, um dia depois ter assinado um acordo com a Arábia Saudita. Os países do Golfo enfrentam ataques com drones e mísseis iranianos lançados por Teerão em retaliação às ofensivas conjunto dos Estados Unidos e Israel.
“É um tipo diferente de interação. Temos de modernizar e adaptar continuamente os sistemas”, afirmou o comandante das Forças Armadas holandesas, Onno Eichelsheim durante sua participação em um programa de televisão pública, onde detalhou o alcance da medida.