Quando um modelo consegue produzir código funcional, bem estruturado e com qualidade profissional mais depressa do que um estudante consegue ler o enunciado, tudo muda.
Durante demasiado tempo a inovação viveu num espaço confortável dentro das grandes organizações, suficientemente próxima do poder para ser notada, mas suficientemente afastada para não o comprometer.
A verdadeira inovação orientada por missões, o verdadeiro progresso exige um compromisso de longo prazo e coragem para investir naquilo que ainda não é popular.
Que lições podem as empresas extrair da desconsideração absoluta de Trump por normas estabelecidas? Uma lição sobre a importância de preservar referenciais de valores e outra sobre como a reputação varia na proporção directa da ética.
Sem competências não há transição digital e sem entender a Inteligência Artificial será difícil ter sucesso. E a competência mais segura atualmente é a aprendizagem ao longo da vida.
Ao promover confiança, defesa e lealdade entre sua base de clientes, as fintechs podem emergir não apenas como sobreviventes, mas também como vencedoras.
Muitas empresas não escalam porque os gestores não sabem ou não querem delegar, por necessidade de controlar ou por não confiar efetivamente nas suas equipas. E quando tiver de delegar numa plataforma digital “inteligente”?
Será que a web3 se vai difundir com a mesma pujança que a Web e a Web 2.0? Sem dúvida, até porque vai beneficiar dos efeitos das redes sociais já existentes.