Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
"Já é mais do que tempo de a Europa, no seu conjunto, olhar para a sua própria defesa”, afirmou hoje Giles durante um debate organizado pelo Instituto de Relações Internacionais britânico (Chatham House) sobre possíveis cenários para a guerra.
A ministra da Defesa defendeu hoje que a hipótese de manifestações de militares nas ruas “não é aceitável num Estado de direito democrático”, considerando que quem defende o país “não pode ser fonte de insegurança e de desestabilização”.
Eram apenas três há dez anos e agora são 11 os países que já gastam pelo menos 2% do PIB na área da defesa. Portugal não é um deles e o líder dos patrões espera que o dinheiro seja gasto em indústria de paz.
Com ou sem Trump, os EUA não vão poder continuar a ser os polícias do mundo para sempre. É chegada a altura de, com visão e sem preconceitos, criar uma arquitetura de segurança, que passa pela reforma da NATO e o aprofundar do papel da UE.
É preciso reconstruir uma estratégia para o país para a próxima década, e uma que não seja totalmente dependente da estratégia europeia. Portugal deve ter um plano próprio.
Segundo a Administração do Programa de Aquisição de Defesa revelou que o dispositivo vai ser produzido pelo fabricante norte-americano Raytheon e terá um alcance de cerca de 166 quilómetros.
As economias americana e europeia vão estar mais interdependentes que nunca, da economia à defesa, onde a NATO se torna cada vez mais imprescindível para os EUA e para nós, europeus.
O líder da oposição israelita, Yair Lapid, afirmou hoje que ninguém sugeriu entregar a Faixa de Gaza à Autoridade Palestiniana após a guerra e criticou o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu por criar um "adversário fictício" ao comentar essa hipótese.
Além da abertura para negociações no final da guerra, Haniyah afirmou que, “a cada dia que passa, a resistência e a confiança na vitória ficam mais fortes” e que Israel “está destinado à derrota”.
O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, afirmou hoje que a quantidade de ‘drones’ lançados desde segunda-feira pela Rússia sobre a Ucrânia é um sinal de que Moscovo não procura a paz, tendo um objetivo muito diferente.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou hoje, durante uma reunião na Casa Branca com seu homólogo ucraniano, Volodymir Zelenski, que aprovou mais de 185 milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia.
Cerca de 18% de todas as estruturas da Faixa de Gaza foram danificadas desde o início da guerra entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas, anunciou hoje a ONU, baseando-se em imagens de satélite de alta resolução.
O secretário-geral da organização considera que o país invadido não deve ainda fazer nada para promover negociações de paz. Primeiro, reforça, é preciso ganhar a guerra.
Há uma alteração fundamental dos equilíbrios herdados da II Guerra Mundial e do desmembramento do Pacto de Varsóvia e da União Soviética. As guerras no Médio Oriente e na Ucrânia são manifestações dessa evolução.
No sector da defesa, as vendas da Northrop Grumman subiram 6%. A General Dynamics aumentou o fornecimento de 14 mil para 20 mil munições e confirmou que a capacidade pode aumentar de 85 mil para as 100 mil munições por mês.
O relatório de Defesa Digital da Microsoft revela hoje que os ciberataques atingiram 120 países, impulsionados por espionagem instigada pelos governos, e que a inteligência artificial (IA) já é usada como arma para aperfeiçoar mensagens de 'phishing'.
Francisco Marques e Paulo Branco, dois arguidos na operação Tempestade Perfeita da PJ, terão levado a cabo vários contratos que os favoreceram, em termos de negócios e de capital.
Num comunicado, o Departamento de Estado explicou que aprovou este empréstimo em reconhecimento de Varsóvia ter "demonstrado o seu compromisso inabalável no fortalecimento da segurança regional através dos seus sólidos investimentos em despesas de defesa".
Podemos fazer melhor, podemos fazer submarinos, podemos fazer porta-aviões, podemos fazer os melhores caças aéreos, podemos fazer mísseis hipersónicos, até a bomba atómica, podemos fazer tudo em termos de tecnologia para a defesa da Europa", disse Thierry Breton.