Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
A linguagem belicista que promove jogos de soma nula será prejudicial à Europa, como sempre o foi no passado. A arquitetura securitária europeia que vier a ser desenhada terá necessariamente de incluir a Rússia como um igual.
O primeiro-ministro polaco e ex-presidente do Conselho Europeu indicou que o montante representa um aumento significativo em relação às despesas com a defesa em 2024, que representam mais de 4% do PIB.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos acrescentou hoje à sua “lista negra” sete petroleiros ligados à chamada “frota fantasma”, usada pela Rússia para escapar às sanções impostas às suas exportações de hidrocarbonetos.
Israel anunciou hoje que o exército matou um chefe da polícia de Gaza aparentemente ligado ao braço armado do grupo islamita Hamas, durante a incursão terrestre em curso em Khan Yunis, que já fez dezenas de mortos.
Os Estados Unidos anunciaram hoje um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia, de 125 milhões de dólares (115 milhões de euros), que inclui munições para sistemas de ‘rockets’ e artilharia ou armas antitanque.
O gestor, que ocupou vários cargos de gestão na empresa, tem como prioridade o desenvolvimento do plano estratégico Leading The Future, que aponta a um "crescimento significativo" nos próximos anos.
Apesar de haver bancos europeus a aliviar as restrições no financiamento da defesa, os analistas da DBRS consideram que os desafios em obter fundos vão continuar perante a relutância das instituições financeiras em apoiar este sector.
A declaração final da cimeira da NATO sublinha que mais de dois terços dos aliados gastam anualmente pelo menos 2% do seu Produto Interno Bruto (PIB) na defesa, frisando ser necessário superar essa fasquia para "remediar atuais insuficiências".
Não faltaram à Europa oportunidades para afirmar o seu projeto. Referimo-nos concretamente às relações com a China e a Rússia, e à sua intervenção como um mediador internacional incontornável.
Em média, entre o que está previsto e o que é executado, Portugal deixa por gastar 317 milhões de euros referente ao orçamento para a Defesa. No entanto, o Presidente da República quer reforçar esta verba e já pressiona o Governo para que haja mais dinheiro disponível para 2025.
Os Estados Unidos mostraram hoje preocupação com a visita do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, a Moscovo, onde se avistou com o Presidente russo, Vladimir Putin.
Paulo Rangel falava na Comissão dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, onde hoje responde a várias questões de política externa, uma delas levantada pela Iniciativa Liberal, a propósito de um acordo de cooperação militar entre são Tomé e Príncipe e a Rússia.
Nove potências gastaram mais 13,4% em armamento nuclear em 2023. Está em causa uma subida de 10,7 mil milhões de dólares nas despesas com este tipo de armas face ao ano anterior, com os EUA a corresponderem a 80% do aumento.
O Governo dos Estados Unidos descreveu como inaceitável a proposta do Presidente russo Vladimir Putin, que prometeu iniciar negociações de paz se a Ucrânia se retirar de quatro regiões e abdicar de aderir à NATO.
O Presidente ucraniano não constava do programa de participantes do fórum Diálogo de Shangri-La que decorre este fim-de-semana em Singapura, só hoje foi anunciado.
Entre outros aspetos, o financiamento por terceiros, aliado à isenção de custas para o demandante, faz da jurisdição portuguesa terreno potencialmente fértil para testar ações coletivas relativas a direitos dos consumidores.
O líder do governo português deslocou-se à Alemanha, naquela que foi a sua segunda visita oficial ao estrangeiro. Ao lado do chanceler Olaf Scholz, na Chancelaria Federal, onde foi recebido com honras militares, respondeu às perguntas dos jornalistas.
Em conferência de imprensa após um encontro dos ministros da defesa dos países bálticos, na cidade termal lituana de Palanga, o governante da Estónia, Hannu Pevkur, afirmou que o atual patamar mínimo de 2% do PIB já não parece ser suficiente, pelo que instará os aliados a aumentá-lo em 0,5 pontos percentuais.