A Agência Internacional de Energia é clara: a segurança elétrica depende não apenas da geração, mas da qualidade da operação da rede e do comportamento de todos os ativos conectados.
A campanha eleitoral deveria ser encarada como uma oportunidade para uma discussão franca e aberta. Aqui estão alguns temas que seriam certamente interessantes.
No primeiro dia de votações foram aprovadas 21 proposta e depois, mesmo antes do fim de semana, mais 42. O processo prolonga-se até quarta-feira, dia 29 de novembro, quando está agendado o encerramento e votação final global do Orçamento do Estado para 2024.
Tomar o pulso do mundo no Doclisboa é um ritual que se renova a cada ano que passa e, na edição deste ano, a novidade está num prémio que visa dar maior visibilidade aos Direitos da Humanidade. Tudo boas razões para não falhar a 21ª edição, de 19 a 29 de outubro.
LX Factory, em Lisboa, recebe versão presencial do Innovators Forum, a 8 de novembro. A nova iniciativa da Sonae tem como tema nesta edição o futuro da educação.
De 22 a 27 de agosto, o FUSO – Festival Internacional de Videoarte de Lisboa vai andar à solta pela capital, dando-se a conhecer em jardins e claustros da cidade, durante seis noites dedicadas à videoarte.
Com o tema 'Mercado Económico CPLP, que caminho?', vai se realizar um debate no dia 3 de agosto em Albufeira, que visa fomentar os negócios no mercado da CPLP.
O primeiro-ministro encara esta tarde os deputados, na última reunião desta sessão legislativa. Costa enaltece os resultados económicos e apresenta os "desígnios nacionais" para o futuro, mas não resiste a lançar farpas à oposição.
Como sensibilizar comunidades para a importância das estratégias de ESG se, quando chove, ficam sem teto, ou têm grande dificuldade em perceber o porquê de não se deitar coisas para o chão?
Para garantir o sucesso da sucessão e preparação das gerações futuras, e superar o paradoxo da tradição e inovação, é essencial, entre outros, o debate sem preconceitos entre gerações, o planeamento estratégico das empresas e a formação dos futuros líderes.
O grande problema nacional é estarmos demasiadamente entretidos com o triste espetáculo da CPI, que nos impede de dar atenção ao verdadeiro assunto que nos deveria preocupar: que Portugal queremos para o futuro, e como lá chegar.
Não defendo um Estado reduzido aos mínimos ou que os impostos deviam estar nos 5% ou 10%. Isso significaria abdicar do Estado Social e caminhar para um abismo social.
Três noites, cinco filmes para refletir sobre conservação e recuperação do meio marinho. O que podemos, e devemos, fazer para manter os Oceanos saudáveis.
O programa em debate tem como pontos centrais aumentar a oferta, simplificar o licenciamento, aumentar o arrendamento, proteger as famílias e combater a especulação.
É apanágio das Humanidades, na sua tentativa de compreensão alargada de nós próprios, dos outros, e do mundo, a abertura para a pluralidade de interpretações. O que inclui o esforço de reconstituição histórica do passado para melhor se compreender o presente, mas também a tentativa de compreensão da nossa identidade pessoal e das identidades coletivas.
Não é moralmente aceitável que empresas possam ter lucros acrescidos, devido a fenómenos inflacionistas. Na próxima semana o Parlamento vai realizar esse debate.
A diversidade (e inclusão) de opiniões divergentes às nossas são fundamentais para alimentar o algoritmo da nossa ordem natural: foi desta forma que chegamos até aqui enquanto humanidade.