Atravessamos uma crise social, política e de valores. Enfrentamos conflitos mundiais a uma escala enorme, mas o sentimento mais prevalente é o da apatia.
As primárias argentinas abriram caminho a uma eventual vitória de Javier Milei nas presidenciais, o candidato admirador de Trump e aliado do Bolsonarismo e do Vox em Espanha.
Apesar de termos um governo de maioria absoluta, o que os Portugueses sentem é a ausência de medidas, um degradar acentuado das instituições e um governo que se vai desfazendo.
Em Portugal, e no caso das famílias, o contexto não é nada favorável à obtenção de níveis de poupança já que o rendimento médio respetivo é demasiado baixo, em muitos casos incompatíveis com padrões de vida decentes.
Na Europa, a situação é diferente da dos EUA, com consequências inesperadas: caiu o Credit Suisse, num país que fez da segurança do seu sistema bancário uma imagem de marca.
Carregar a pedra até ao cimo da colina. 60 vezes tenta, 60 vezes falha. Eis a versão a quatro mãos do mito de Sísifo, cortesia de Duvivier e Calderoni, repleta dos absurdos intoleráveis do nosso tempo. De 7 a 10 de dezembro em várias cidades portuguesas.
Não há consistência nem consolidação orçamental, e a carga fiscal para 2022 será “ainda maior” do que a prevista pelo Governo. Este orçamento, além de poder vir a agravar a crise social, também poderá ser um jogo tático do PS.