O equilíbrio entre concorrência e proteção dos consumidores é indispensável. Mas, como quase sempre acontece, o verdadeiro teste não está na aprovação de novas regras, mas na sua aplicação.
Mercearia, carne, peixe, vegetais e frutas são os produtos que os consumidores têm cada vez mais dificuldades em pôr nas suas mesas. Mais de metade dos agregados assumem que o preço crescente é um claro entrave à sua compra regular.
Por que razão se criariam postos de trabalho que aparentemente não servem para nada e chegam a ser tão vazios que obrigam os trabalhadores a fingir estar ocupados para não perder a face?
Mesmo com mais e melhor informação, os decisores continuarão a ser influenciados por enviesamentos cognitivos que limitam a capacidade de tomada de decisão.
Está na mão dos reguladores fazer aplicar o Pilot DLT com eficácia ainda este ano. Como este é um regulamento aplicado no contexto do passaporte europeu dos serviços financeiros, é possível ganhar vantagens competitivas.
O foco nos clientes tem-se intensificado nos últimos anos, reconhecendo-se que os seus inputs conduzem à definição de melhores produtos, serviços e experiências. Isso implica apostar em proteções mais flexíveis e acessíveis, transparentes e personalizadas.
Ao contrário das alterações do clima, que não se materializam em algo que possamos ver e tocar, o plástico está aí no chão, no campo, na praia, na berma da estrada, todos o vemos e percebemos que não devia estar onde está. Mas não basta olhar à volta, temos de agir, reduzir o consumo de plástico e produzir menos lixo.
As famílias estão hoje a enfrentar uma enorme perda do poder de compra. E neste contexto, a probabilidade de assistirmos a um travão abrupto no consumo interno e à paralisação da economia é uma ameaça real.