O Parlamento debate esta quarta-feira propostas para garantir o pagamento de 100% do salário líquido aos trabalhadores em lay-off devido às recentes intempéries. O Governo avisa que a alteração viola a "lei travão" ao aumentar a despesa prevista no Orçamento.
“Nos termos do que já havia sido anunciado após a decisão do Tribunal Constitucional, a Direção Nacional do Chega vai propor a realização do Congresso Nacional nos dias 8, 9 e 10 de maio”, refere o partido em comunicado.
Tirso Faria, coordenador do núcleo de Santo Tirso da organização neonazi, disse ao jornal que Rui Afonso "inscreveu dezenas de membros [do 1143] no partido, pagou-lhes meses de quotas e quantias para irem votar".
Estas posições foram transmitidas pelo antigo ministro Rui Gomes da Silva, na qualidade de membro do "Governo sombra" do Chega, em conferência de imprensa, na sede nacional deste partido.
O partido justifica a medida com a necessidade de combater a abstenção na diáspora — que chegou a superar os 98% nas presidenciais de 2021 — e modernizar um processo eleitoral atualmente marcado por entraves logísticos e administrativos.
Criado em 2017 sob proposta do Bloco de Esquerda, e aprovado pelo PS, o imposto que prometia maior justiça fiscal é agora apontado pelo Chega como um entrave ao mercado e uma penalização injusta para proprietários e inquilinos.
Mesmo sem concorrência, quando se propunha agregar toda a direita, que domina a Assembleia da República – AD, Chega e IL têm 69,5% dos deputados –, ficou aquém: menos 279 mil votos do que a AD, o que representa menos 13,9%.
Pelas 22:10, quando faltava apurar os resultados de 23 freguesias e 8 consulados, André Ventura tinha acima de um milhão e 720 mil votos, cerca de 33,2% dos votos expressos, segundo dados provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.
O secretário-geral do Chega, Pedro Pinto, considerou este domingo que a candidatura de Ventura surgiu quando se percebeu que a direita “não tinha solução”.
No requerimento, subscrito pelo líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, e pelo coordenador do partido na comissão de Defesa Nacional, Nuno Simões de Melo, lê-se que perante um cenário de “calamidade pública” em vários concelhos do país, “a resposta do Estado tem sido manifestamente insuficiente”.
Antes de se tornar conhecido pelo alegado roubo de malas em Lisboa e no Funchal, Miguel Arruda, que já tinha manifestado apoio público a Mário Machado, marcou presença num almoço do grupo neonazi que agora está na mira das autoridades judiciais, avança o "Expresso".
Rui Roque, João Peixoto Branco e Rita Castro são os nomes dos militantes do Chega envolvidos nesta operação da Polícia Judiciária. "Agiam por motivos racistas e xenófobos, com o objetivo de intimidar, perseguir e coagir minorias étnicas, designadamente imigrantes", disse a PJ em comunicado.
Ana Simões Silva, médica dentista de profissão, ocupou o 2.º lugar da lista do partido Chega à Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas de 12 de outubro de 2025, integrando a candidatura encabeçada por Bruno Mascarenhas, até então deputado na Assembleia Municipal de Lisboa.
Chega fica sozinho na defesa da sua proposta de criar um novo regime que permitiria aos alunos adiar o pagamento das propinas para quando já estivessem a trabalhar. Os deputados também rejeitam quatro projetos de lei e duas resoluções dos partidos da esquerda defendendo o fim das propinas. Valor a pagar pelos estudantes está fixado em 697 euros/ano.
De acordo com a sentença, o partido recebeu ordem para "retirar, no prazo de 24 horas, todos os cartazes que colocou na via pública e nas diversas localidades do país com a menção "Os ciganos têm de cumprir a lei - André Ventura presidenciais 2026".