Um relatório estima que as vendas globais de veículos híbridos e elétricos devem representar 59% das vendas globais de veículos ligeiros até 2030, um aumento face aos 10% em 2020. E fica ainda um alerta. "As empresas europeias enfrentam desafios significativos que ameaçam o dinamismo deste setor e dificultam o seu crescimento", refere a seguradora Crédito y Caución.
"Nas próximas semanas, começará a ver veículos da Waymo nas ruas de Munique (Alemanha), onde iniciaremos os testes de condução autónoma pela cidade", disse a empresa.
O projeto de alteração da lei foi apresentado, esta terça-feira 25 de agosto, para uma primeira apreciação ao Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional, o órgão legislativo máximo, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua.
Peugeot lidera as vendas no mercado total de ligeiros em Portugal nos registos até julho. Nos elétricos, Tesla sofreu quebra de 69% em julho, mas domina nos sete primeiros meses.
O Comité Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior brasileira aprovou na terça-feira uma quota adicional de importação de até 463 milhões de dólares (407 milhões de euros) para veículos completamente desmontados e semi-desmontados, com efeitos a partir de 01 de julho, por um período de seis meses.
Este é o seu primeiro modelo 100% elétrico da marca icónica do cavalo e, segundo os analistas da XTB, representa uma oportunidade “de crescimento de receita dado o seu posicionamento ultra-premium”.
Em grande parte desconhecidas na Europa há três anos, marcas como BYD, MG, Chery, Geely, Leapmotor, Jaecoo e Xpeng atingiram em conjunto 9% das vendas na Europa em março, e mesmo 14% no segmento dos veículos elétricos, segundo a consultora Dataforce – o dobro face ao ano anterior. Alguns modelos já figuram entre os mais vendidos em países como Itália, Espanha ou Reino Unido.
Portugal corre com a Bélgica do ranking dos maiores produtores europeus e ultrapassa Itália cuja produção está em mínimos de 70 anos, a atravessar uma crise profunda tal como a sua seleção de futebol.
Ajudam a reduzir as emissões, sem andar com cabos atrás. Não provocam ansiedade de carregamento, pois a bateria carrega-se sozinha. A autonomia é grande devido ao motor a combustão. Vendas disparam em Portugal e já lidera este ano. Lá fora, os híbridos elétricos já dominam mercado europeu.
A Waymo, que opera na área dos veículos autónomos, tem entre os seus principais financiadores a Alphabet (proprietária da Google). A empresa tem 2.500 veículos e está em mercados como os Estados Unidos, Japão e Reino Unido.
Híbridos plug-in, híbridos elétricos ou veículos a combustão interna "ainda vão desempenhar um papel além de 2035", a par dos carros elétricos e a hidrogénio.
A valorização da SpaceX fez a fortuna de Elon Musk, que detém também a Tesla, subir em142 mil milhões de euros, face à posição de 42% que possui na empresa.
De acordo com um documento do Governo com as previsões do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) de 2026, o crescimento de 10% face à previsão de 13.468 toneladas da produção estimada para este ano é justificado com o "início e consolidação das atividades de uma empresa licenciada na província de Niassa", no norte do país.
Banco Português de Fomento vai gastar perto de 1,2 milhões de euros com o aluguer de longa duração de 23 carros. Concurso público internacional está na fase da apresentação de propostas e a despesa em causa foi "devidamente aprovada pelas tutelas financeira e setorial", esclarece o BPF. Em causa estão "veículos híbridos plug-in, com baixas emissões e mais eficientes, uma aposta em soluções mais verdes e ecológicas".
A EasyPark, parte da plataforma mundial de mobilidade Arrive, realizou um estudo sobre este tema, tendo os inquiridos destacado que nos próximos 10 anos deveria existir um aumento das restrições à circulação nos grandes centros urbanos, mas também que as deslocações partilhadas se tornem uma prática corrente entre os viajantes.
"O objetivo é fazer reciclagem Car-to-Car, começando com a desmontagem automatizada de precisão, um processo que desmantela veículos em fim de vida (ELVs) de forma eficiente para permitir a recuperação e reutilização de materiais", refere a Honda.