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Canal do Panamá entra na ‘economia de mercado dos estreitos’

As taxas do Canal do Panamá dispararam devido à guerra com o Irão e ao fenómeno atmosférico El Niño (queda do nível de água). Numa economia onde o dinheiro importa, um navio pagou quatro milhões de dólares para ‘furar a fila'. As vias navegáveis tornaram-se definitivamente questões geopolíticas que estão a preocupar vários países e que vão afetar o bolso da grande maioria dos cidadãos.
Canal do Panamá entra na ‘economia de mercado dos estreitos’

CK Hutchison procura investidor chinês para participar no negócio dos portos do Panamá

O plano inicial da CK Hutchison Holdings para vender ativos portuários em dezenas de países a um grupo que inclui a gestora de ativos norte-americana BlackRock Inc. agradou ao Presidente dos EUA, Donald Trump, que acusa a China de interferir nas operações da estratégica via marítima no Panamá. Mas o projeto terá irritado Pequim e motivado uma revisão pelas autoridades chinesas da concorrência.
CK Hutchison procura investidor chinês para participar no negócio dos portos do Panamá

Canal do Panamá é “ponto crítico” no comércio mundial e negócio que envolve BlackRock e MSC levanta reservas da China

Dois portos localizados no Canal do Panamá foram vendidos pela CK Hutchison Holdings, em março deste ano, a um consórcio que incluiu a BlackRock, a maior empresa na gestão de ativos, a Terminal Investment Limited e a Mediterranean Shipping Company (MSC), o segundo maior operador no shipping. O negócio atinge os 21 mil milhões de euros. A China contesta o negócio e o regulador faz uma investigação. Especialistas ouvidos pelo JE destacam a "importância geoestratégica" do canal no comércio e alertam que "qualquer disrupção significativa" teria um "grande impacto" nas cadeias de abastecimento globais.
Ruben Pires10 Jul
Canal do Panamá é “ponto crítico” no comércio mundial e negócio que envolve BlackRock e MSC levanta reservas da China

Pequim dá voz a crítica sobre venda de portos do Panamá a empresa dos Estados Unidos

A publicação de Hong Kong, o Ta Kung Pao, referiu que o negócio conhecido no início do mês entre o CKH e os norte-americanos da BlackRock "é um ato hegemónico dos Estados Unidos, que utilizam o seu poder nacional para usurpar os direitos e interesses legítimos de outros países através de meios desprezíveis como a coerção, a pressão e o incentivo, e é uma política de poder sob a forma de 'comportamento comercial'".
Pequim dá voz a crítica sobre venda de portos do Panamá a empresa dos Estados Unidos

EUA deportam 119 pessoas para o Panamá

O primeiro voo saído dos Estados Unidos, na quarta-feira, incluiu pessoas do Afeganistão, China, Índia, Irão, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Turquia, Uzbequistão e Vietname, e existe a expetativa que brevemente cheguem mais dois voos ao Panamá de pessoas deportadas dos Estados Unidos.
Ruben Pires14 Fev
EUA deportam 119 pessoas para o Panamá

Um mundo novo(?)

A presidência de Trump não representa um mundo novo. É o regresso dos EUA ao isolacionismo, alheio a tudo o que se passa fora das suas fronteiras que não lhe traga benefícios imediatos.
Rui Mayer, Advogado22 Jan
Um mundo novo(?)