“É tempo de parar a guerra contra a Ucrânia. Não é o momento de escalar e alargar esta atitude de agressão aos outros”, disse António Costa, no Luxemburgo.
A imobilização por tempo indefinido pretende furtar os fundos a qualquer iniciativa dos Estados Unidos para deles se apoderar. Mas também serve para promover o empréstimo de reparação que a Comissão quer fornecer à Ucrânia e que não reúne consenso.
Ursula von der Leyen e António Costa vão à América assinar o acordo comercial com o Mercosul. Têm a viagem marcada mas ainda não têm o 'sim' dos Estados-membros, o que é levemente anacrónico. falta o 'sim' crucial da Itália, mas, no final, o Parlamento Europeu pode deitar tudo a perder.
No comunicado enviado à Lusa, os advogados João Lima Cluny e Diogo Serrano consideraram que o Ministério Público “tem a obrigação de clarificar o que andou efetivamente a fazer e demonstrar publicamente que nunca deixou de cumprir as exigências da Lei”.
No discurso de abertura da 7.ª Cimeira União Africana–União Europeia, que decorre hoje e terça-feira em Luanda, António Costa afirmou que o encontro ocorre “num momento crítico para o mundo”.
"A reunião de ontem, [domingo] em Genebra, entre os Estados Unidos, Ucrânia, instituições da União Europeia (UE) e seus representantes,ficou marcada por progressos significativos", disse o português António Costa, em Luanda.
União Europeia e Estados-membros da União Africana reúnem-se a partir desta segunda-feira e durante dois dias em Luanda, Angola, para a sétima cimeira conjunta, subordinada ao tema ‘Promover a paz e a prosperidade através de um multilateralismo efetivo’.
Na publicação, António Costa citou o comunicado conjunto assinado por vários líderes europeus, do Japão e do Canadá, que se reuniram à margem da Cimeira do G20, que decorre este fim de semana em Joanesburgo, África do Sul.
Presidente angolano quer o “fortalecimento do setor privado e um maior investimento na educação" como prioridades essenciais do país. E referiu a impotência” das Nações Unidas face aos conflitos mundiais". Donald Trump enviou mensagem em que diz que quer "aprofundamento das relações".
“Parabéns a Angola e ao povo angolano. Há 50 anos, a independência de Angola deu início a uma nova era de esperança e possibilidades para o continente africano, com o fim do colonialismo europeu”, escreveu António Costa na rede social X.
Na conferência final da 4.ª cimeira UE-CELAC, que decorreu no domingo em Santa Marta (Colômbia), António Costa considerou que o encontro “cumpriu os objetivos de avançar e consolidar a relação birregional”.
“Tendo sido confrontado com as explicações dadas pelo senhor procurador-geral da República a respeito do processo em que o meu constituinte [António Costa] foi ouvido em maio de 2024, não posso deixar de as considerar pouco claras”, disse à Lusa o advogado João Lima Cluny, acrescentando desconhecer qualquer recurso que impeça a conclusão da investigação.
“Esta é a mensagem mais importante que podemos enviar para todo o mundo: num mundo multipolar, a cooperação birregional e o diálogo multilateral são mais importantes do que nunca para juntos construirmos um futuro compartido entre todos”, afirmou António Costa, à entrada para a 4.ª Cimeira UE-CELAC, que decorre em Santa Marta (Colômbia).
Ursula von der Leyen participou numa reunião do Conselho Nórdico, que insistiu na criação de um fundo de auxílio alavancado pelos ativos russos congelados na União Europeia. Mas o bloco não consegue consenso sobre a matéria.
“Hoje tomaremos a decisão política de garantir as necessidades financeiras da Ucrânia até 2026 e em 2027. Os detalhes técnicos continuaremos a trabalhar com a Comissão Europeia, mas o mais importante é a decisão política e a mensagem clara que estamos a enviar à Rússia”, disse António Costa, falando à chegada à cimeira europeia em Bruxelas ao lado do convidado, Volodymyr Zelensky.
A utilização ou não de 140 mil milhões de euros de ativos russo congelados na união divide os 27 e estará, por isso, mais uma vez no centro do debate - que em Copenhaga não resultou em nada. Entretanto, a Ucrânia foi às compras na Suécia.
O presidente do Conselho Europeu não esqueceu as várias dimensões do antigo primeiro-ministro e empresário de comunicação social, aproveitando para enaltecer a importância da criação da SIC num período de "governamentalização da RTP em pleno cavaquismo".
O presidente do Conselho Europeu defendeu, no congresso dos socialistas europeus, que “a paz sem defesa é uma ilusão” e que a Europa pode rearmar-se sem sacrificar o Estado social. Algo de que muitos duvidam com fundamento.
Fonte do gabinete de António Costa indicou que o antigo primeiro-ministro português representará a UE na cerimónia do Plano de Paz para o Médio Oriente, após ter sido convidado para marcar presença pelo Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sissi, e pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump.
Para o presidente do Conselho Europeu, “esta é uma oportunidade crucial que deve ser aproveitada para lançar as bases de uma paz duradoura, assente numa solução de dois Estados”. “Elogio os esforços diplomáticos dos Estados Unidos, do Egito, do Catar e da Turquia, que tornaram possível este avanço”, adiantou.