“É tempo de parar a guerra contra a Ucrânia. Não é o momento de escalar e alargar esta atitude de agressão aos outros”, disse António Costa, no Luxemburgo.
O presidente do Conselho Europeu apelou à contenção e à diplomacia após os ataques de Israel ao Irão, situação com a qual está “profundamente preocupado”. Liga Árabe fez o mesmo.
“Hoje estarei em Lisboa e Madrid para assinalar os 40 anos da assinatura dos tratados de adesão de Portugal e Espanha à CEE. Um passo decisivo para duas jovens democracias e um marco que reafirmou a integração europeia como um projeto de valores partilhados, de prosperidade e de paz”, escreveu António Costa, numa publicação na rede social X.
Quanto ao investimento no mercado de capitais por parte dos fundos de estabilização da Segurança Social, António Costa disse à Antena 1 que isso não passa por Bruxelas, como sugeriu Maria Luís Albuquerque: "Isso nem sequer é competência da União Europeia mas sim de cada um dos Estados".
Sobre os fundos europeus, o antigo líder do PS diz que “a ideia de que aproveitámos mal, é uma ideia errada” e acrescenta que os investimentos que fizemos no passado não podem ser avaliados com “os olhos de hoje”, sublinhou o ex-primeiro-ministro em entrevista à Antena 1.
Costa, que participou da abertura da primeira edição do Fórum de Investimentos Brasil e União Europeia, disse numa conferência de imprensa em São Paulo que o acordo comercial entre os dois blocos poderá ser assinado numa cimeira do Mercosul, que acontecerá em dezembro na cidade de Brasília.
“O acordo UE-Mercosul [Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai] criará a maior zona de livre comércio do planeta, trará enormes benefícios para as nossas empresas e cidadãos e elevará a relação bilateral a um novo patamar”, escreveu hoje António Costa numa publicação na rede social X.
De acordo com a agenda oficial, o antigo primeiro-ministro português chega ao final da tarde à capital brasileira para, cerca das 19h00 (hora local, 23h00 em Lisboa) se reunir com o Presidente do Brasil, Lula da Silva, com quem vai discutir o contexto geopolítico mundial e o Acordo UE-Mercosul (Mercado Comum do Sul), cujas negociações foram concluídas em dezembro passado.
Numa nota hoje divulgada à imprensa, o Conselho Europeu informa que o antigo primeiro-ministro português estará na próxima semana em Brasília e São Paulo, numa deslocação que “marca uma dinâmica política renovada nas relações UE-Brasil e reflete a importância do Brasil como parceiro estratégico fundamental”.
“Sem uma representação justa da comunidade internacional nas nossas instituições comuns, as frustrações só irão aumentar e a legitimidade das instituições só diminuirá”, disse António Costa discursando na capital da Costa do Marfim, em Abidjan.
Numa publicação na rede social X (antigo Twitter), o socialista e antigo primeiro-ministro António Costa disse ter felicitado Luís Montenegro "pela sua vitória eleitoral".
"Estou chocado com as notícias diárias provenientes de Gaza: civis com fome, hospitais novamente atingidos por mísseis [israelitas]. A violência tem de acabar!", escreveu António Costa nas redes sociais, depois de Telavive anunciar que ia intensificar a invasão ao enclave palestiniano.
Fonte oficial do gabinete de António Costa disse hoje à agência Lusa que, há cinco meses, quando assumiu funções como líder da instituição que junta os chefes de Estado e de Governo da União Europeia, António Costa “estabeleceu como regra que, no respeito pelo seu dever de neutralidade em relação à vida política dos Estados-membros, não deveria participar em quaisquer atividades dos partidos políticos nacionais”.
“O Presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, são bem-vindos à China para uma nova série de encontros sino-europeus”, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Lin Jian, em conferência de imprensa.
"A ação climática multilateral é mais urgente do que nunca e continua a ser a prioridade, apesar das múltiplas crises", escreveu António Costa nas redes sociais.
“O mundo precisa do engajamento europeu e a Europa deve aproximar-se dos seus parceiros. Deve dialogar com as instituições multilaterais para abordar os nossos desafios comuns. Dialogar com uma vasta rede de parceiros a fim de evitar uma confrontação entre blocos. Reconhecer que o norte e o sul são ambos plurais”, disse António Costa em Paris, na sessão de abertura da iniciativa SOS Oceano.
Foi esta a posição defendida pelos dois líderes da UE na cimeira que reuniu cerca de 30 líderes europeus em Paris para discutir o futuro apoio à Ucrânia.
António Costa, à frente do Conselho Europeu desde dezembro de 2024, olha para o "alargamento" da comunidade como "a maior realização geoestratégica da União Europeia, juntamente com a paz".
O Kremlin diz que as tropas de Kiev atacaram uma instalação de energia em Kuban, sabotando o acordo firmado no dia anterior com o presidente dos Estados Unidos. Conselho Europeu debate o assunto nos próximos dois dias.
“As tensões geopolíticas aumentaram nas últimas semanas, o multilateralismo está sob enorme pressão, assim como as regras sobre as quais estava construída a ordem internacional”, disse o presidente do Conselho Europeu, no Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo.
“Todos queremos paz, a diferença é que 26 [países] pensam que o caminho para a paz se faz reforçando a capacidade de defesa da Ucrânia”, disse António Costa, em conferência de imprensa, em Bruxelas, acrescentando que “a Hungria está sozinha”.