A pesquisa que o historiador Francisco Bairrão Ruivo fez para o filme “Projeto Global” resultou num livro com um olhar histórico sobre as FP-25 e o pós-revolução de Abril.
António José Seguro, no Parlamento, no primeiro discurso numa cerimónia do 25 de Abril como Presidente da República, apelou aos jovens para que defendam a democracia nos gestos concretos do dia a dia. Rui Tavares, historiador, porta-voz do Livre, numa aula magistral, desfiou cem anos de história... Uma parte do discurso foi dedicada a explicar as razões que provocaram a longa noite de silêncio que se abateu sobre o Parlamento. Para que não se repita.
Em Lisboa, onde foram tiradas estas imagens, desfila-se na Avenida da Liberdade entre o Marquês de Pombal e o Rossio. Milhares de pessoas celebram a Revolução dos Cravos.
O porta-voz do Livre, Rui Tavares, afirmou hoje no Parlamento que “a ditadura e depois o Estado Novo nasceram na corrupção e no clientelismo”, salientando que o 25 de Abril merece estar no sítio certo, "no sítio decisivo da nossa história”,
Fabian Figueiredo apontou como facto indiscutível que o último meio século de liberdade foi “o melhor período da História de Portugal, a época áurea da nossa história coletiva”. A deputada única do PAN, Inês de Sousa Real, lamentou que, na política atual, já não se procure convencer, mas esmagar. E Filipe Sousa, do JPP, denunciou: “A democracia não se fortalece na gritaria, nem na exclusão".
Alfredo Maia afirmou que, no dia da Revolução, o “país não era apenas pobre, atrasado económica, social e culturalmente, tolhido pela censura, pelo analfabetismo, pela malnutrição e mortalidade infantil”, mas estava também “submetido à repressão brutal que nenhum democrata esquecerá, sujeito a uma ditadura fascista que alguns evocam saudosamente”.
José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, defendeu hoje, na sessão solene comemorativa dos 52 anos do 25 de Abril, que o progresso económico só tem sentido quando serve as pessoas.
Na sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril de 1974 no parlamento, Hugo Soares saudou a coragem dos que fizeram a Revolução e citou o histórico socialista Manuel Alegre para reclamar atualmente essa coragem: "A nossa moderação é para cumprir Abril".
José Pedro Aguiar-Branco avisou, esta manhã, que remédios populistas fecham a política e tornam-na elitista e criticou a legislação sobre incompatibilidades e impedimentos aplicadas aos titulares de cargos políticos, sobretudo de deputados.
António José Seguro, afirmou esta manhã no Parlamento, na sessão comemorativa do 25 de Abril, que tornar públicos os donativos não é uma questão administrativa, é um compromisso com a ética e respeito pelos portugueses.
O presidente da Assembleia da República divulgou hoje o “brilhante” percurso académico de Lua Afonso, estudante da Covilhã com 20 valores em todas as disciplinas e exames, que vai representar a Europa numa final promovida pela NASA.
A presidente dos liberais considerou, na sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril de 1974, que, perante a “estagnação do seu nível de vida” e “inação da classe política”, os portugueses, como fizeram durante a ditadura, voltaram a emigrar “para as economias liberais da Europa”.
A sessão solene comemorativa do 52.º aniversário do 25 de Abril no parlamento está marcada para as 10h00. O chefe de Estado será o último a discursar, depois dos representantes dos partidos e do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco.
A direita portuguesa não consegue mobilizar o passado para projectar o futuro, porque cultiva a política do ressentimento e mobiliza o medo da transformação social como um perigo iminente da contaminação dos portugueses.
Apesar de terem batido sucessivos recordes desde 2020, as remessas de emigrantes portugueses estão a ter cada vez menos importância face à riqueza produzida pelo país. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
“É o retrato pelos fotógrafos internacionais do que aconteceu em Portugal [em 1974 e 1975]. Foi o único momento em que Portugal esteve no centro do mundo. O mundo inteiro estava em Portugal naquele momento ansioso para saber o que acontecia. É um momento único na História de Portugal. É esse olhar estrangeiro”, afirmou à agência Lusa o realizador Sérgio Tréfaut, curador da exposição.
O Governo expressou gratidão às forças de segurança pelo trabalho desempenhado ao longo do dia de hoje e a sua solidariedade, em particular, aos dois agentes da PSP feridos em Lisboa. “O Governo tem estado a acompanhar, em conjunto com as autoridades policiais e de segurança, a situação das diferentes manifestações e o desenrolar dos […]
“Tivemos três detidos, ainda tivemos mais cerca de quatro pessoas identificadas e estamos a analisar também, neste momento, as imagens que foram recolhidas pelos órgãos de comunicação social para tentar identificar mais indivíduos que estiveram envolvidos nas agressões”, afirmou Iúri Rodrigues, comandante da 1ª Divisão Policial do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, em declarações aos jornalistas.
O presidente do partido Ergue-te, Rui Fonseca e Castro, o líder do movimento 1143, Mário Machado, e um terceiro manifestante foram detidos na sexta-feira à tarde e libertados à noite, por suspeita da prática dos crimes de, respetivamente, desobediência, ameaça e coação a órgão de comunicação social, e resistência e coação.
O líder do movimento 1143, Mário Machado, foi detido, na sexta-feira, pela PSP na zona do Rossio, em Lisboa, após se terem registado confrontos entre apoiantes dos grupos de extrema-direita e manifestantes anti-fascistas.