A pesquisa que o historiador Francisco Bairrão Ruivo fez para o filme “Projeto Global” resultou num livro com um olhar histórico sobre as FP-25 e o pós-revolução de Abril.
O presidente da Assembleia da República assinalou que em democracia tudo pode ser questionado, que “o tempo democrático é, por natureza, passageiro, plástico, diferenciado” e que o regime “tem mecanismos para evitar a perpetuação de situações que se tornem insustentáveis”.
O PAN considerou que o país está "subalimentado das liberdades que abril almejou", salientando que "as aspirações e a vontade de mudança de paradigma são claras e o rumo democrático que a maioria desta casa parlamentar pretende definir é também ele bem claro".
O presidente da República sublinhou durante o seu discurso que a democracia, potenciada pelo 25 de abril, dá sempre a possibilidade de se criarem caminhos diferentes.
O Chega protestou silenciosamente durante o discurso do presidente do Brasil, na Assembleia da República, mostrando cartazes dizendo "chega de corrupção" e "ladrão é na prisão".
O presidente do Brasil condenou a guerra entre a Rússia e a Ucrânia e salientou a importância de se promover a paz. A intervenção de Lula da Silva foi marcada também pelo protesto silencioso da bancada parlamentar do Chega, que trouxe cartazes dizendo "ladrão é na prisão" e "chega de corrupção".
Os deputados do Chega levantaram-se aquando do início do discurso do presidente brasileiro exibindo uma série de cartazes em protesto contra Lula da Silva. Nesses cartazes podia-se ler ‘chega de corrupção’, e “lugar de ladrão é na prisão”, e outro cartaz com a bandeira da Ucrânia.
Os deputados do Chega levantaram-se aquando do início do discurso do presidente brasileiro exibindo uma série de cartazes em protesto contra Lula da Silva. Nesses cartazes podia-se ler 'chega de corrupção', e "lugar de ladrão é na prisão", e outro cartaz com a bandeira da Ucrânia.
A PSP de Lisboa avisa quais as artérias da cidade que vão sofrer alterações ao trânsito durante as comemorações e manifestações programadas para o dia 25 de abril. Conheça aqui os constrangimentos.
O chef Rui Lima Santos pensou um menu que recupera a memória gastronómica da revolução dos cravos que resultam de uma pesquisa feita com contributo de vários intervenientes, de gastrónomos a críticos e jornalistas. Entre 25 a 30 de abril, a par da carta habitual, vai ser possível optar pelo 'menu 25 de Abril' à mesa d’OH!VARGAS.
A Coligação Confiança considera que o atual executivo municipal, de coligação PSD/CDS-PP, "esterilizou politicamente" as cerimónias do 25 de Abril, no Funchal, colocando-a na "lapela da irrelevância, com um premeditado e autoritário ato de censura, que lembra as práticas opressivas do Estado Novo".
Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, que falava aos jornalistas à margem de um almoço comemorativo da Revolução de Abril, destacou ainda que o presidente brasileiro, Lula da Silva, é "muito bem-vindo" e será "bem recebido" em Portugal.
Em declarações à Lusa, a vice-presidente da bancada do PS Jamila Madeira considerou que “a posição de Portugal, do Governo e do PS têm sido absolutamente claras desde o primeiro minuto”, em solidariedade para com a Ucrânia e com a “defesa do direito internacional e condenação do Estado que invadiu”, a Rússia.
O chefe de Estado brasileiro não estará presente na sessão solene comemorativa do 25 de abril, mas vai discursar na sessão de boas-vindas que terá lugar no mesmo dia, a partir das 10 horas. Em março, João Gomes Cravinho tinha dado a conhecer um convite a Lula para a sessão solene.
Data e hora da sessão de boas-vindas ao Presidente do Brasil no Parlamento ainda não estão definidas, e caberá ao presidente da Assembleia da República essa organização protocolar. Certo é que não haverá duas sessões em paralelo.