O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
Foi uma iniciativa inédita da Nova SBE Public Policy Institute. Quase duas dezenas de jovens de diferentes juventudes partidárias aceitaram o convite do instituto para participar no primeiro programa “Liderança em Políticas Públicas”, no campus de Carcavelos, no início do verão.
Acossado pelo descontrolo no fornecimento de combustíveis fósseis e pela falta de apoio internacional e da opinião interna, o presidente dos EUA quer acabar com a guerra. Mas abre as portas a intervenções punitivas esporádicas.
O choque dos preços do petróleo motivado pelo ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão pode ser um fator de perturbação de uma indústria ainda altamente dependente das energias fósseis.
Biliões de investimento podem estar comprometidos à conta da guerra no Irão. O cancelamento de eventos tem provocado desconfiança, mas este pode ser apenas o começo da derrocada.
Num momento de evolução disruptiva, a diplomacia não pode reger-se por princípios ultrapassados. Angola quer passar para um patamar de influência estratégica.
Krasznahorkai, Salman Rushdie, Margaret Atwood e Byung-Chul Han são alguns dos grandes nomes das Letras que vão marcar presença no Babell. O Porto celebra-se como ‘cidade-livro’ entre 24 e 29 de junho em diversos espaços culturais da cidade.
A semana reforçou a ideia de um quadro económico global ainda resiliente, mas com divergências entre regiões e com os riscos inflacionistas a regressarem, sobretudo num contexto de agravamento dos preços da energia.
Paulo Jorge Ferreira, Reitor da Universidade de Aveiro e presidente do CRUP, em fim de mandato, alerta para o estrangulamento financeiro que se vive nas universidades. Defensor entusiasta da requalificação e do alinhamento de competências, deixa o aviso: as universidades têm de ser ágeis a adaptar currículos e as empresas têm de investir mais na valorização dos talentos que elas formam.
António de Castro Caeiro, professor de Filosofia Antiga e divulgador de filosofia, pensa o mundo à sua volta entre a stand-up comedy e os antigos mestres. Não prescinde da tecnologia, mas alerta para a sua adição. E para a “perda de civilização” a que estamos a assistir.
Só Dinamarca, Irlanda e Chipre tinham conseguido três excedentes consecutivos nos últimos seis anos. Mas Portugal é o único que verdadeiramente precisa de ganhos orçamentais. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
A guerra no Médio Oriente já levou várias entidades nacionais e internacionais a piorarem as estimativas de crescimento, inflação e saldo orçamental, ainda que haja exceções. Os Estados-membros estão todos no mesmo barco, dependentes do estreito de Ormuz, mas cada um gere a crise à medida das suas possibilidades.
Cresce a pressão das companhias aéreas para conseguirem ter uma posição maioritária na TAP. Falta de caminho claro para obter a maioria arrisca impactar valor de venda da empresa.
Aeroporto Sá Carneiro assume-se cada vez mais como alternativa a Lisboa, com novo máximo de passageiros à boleia dos voos para os EUA e Brasil. Lufthansa garante que quer mais voos de longo curso a partir do Norte do país.
Parlamento da Madeira aprovou, por unanimidade, uma resolução que recomenda ao Governo Regional a possibilidade de os contribuintes recorrerem ao CAAD. Com 15 anos de atraso.
A sucursal do Bankinter anunciou que quer estar no Top 6 dos maiores bancos em Portugal em volume de negócios: crédito e recursos de clientes. Nesta altura já ultrapassa o Banco Montepio.
A managing partner da VdA definiu um objetivo ambicioso para a sociedade: crescer a dois dígitos. Como? Para outros mercados, com novos produtos e serviços, mais negócio e, também, abertura à consolidação. Focando-se no essencial, no cliente e em criar valor.
Lufthansa quer tornar Lisboa o hub europeu de viagens entre os EUA e África. Aposta no Brasil é para manter. Alemães querem mais voos intercontinentais da TAP no Porto.
Otimismo moderado, mas uma visão positiva. É assim que se olha para a evolução do mercado do imobiliário, em período de ajustamento depois do crescimento recente. Novos investidores, mais sofisticados. Foco na habitação, mas também na logística e nas infraestruturas.
As 260 empresas suecas presentes em Portugal empregam 18 mil pessoas e contribuíram com 4,2 mil milhões de euros para a economia portuguesa nos últimos cinco anos. No mesmo período, estas empresas investiram mais de 1,1 mil milhões de euros no país.