Cultura & Lifestyle

A verdade é que nem Cannes escapa à guerra

Hollywood, um dos pilares do Festival de Cannes, praticamente não existe. O tema da guerra é omnipresente, dentro e fora do ecrã. Redenção? Não há. Mas haverá filmes para nos lembrar que é importante resistir. De 12 a 23 de maio, na Croisette.
Ana Pina10 Mai
A verdade é que nem Cannes escapa à guerra

Veneza afunda. A civilização também?

Se o estreito de Ormuz concentra todas as atenções, talvez importe, também, estar atento à Bienal de Arte de Veneza. A maior montra mundial da arte contemporânea abre ao público a 9 de maio. Entre manifestações, demissões e ondas sísmicas da geopolítica.
Ana Pina8 Mai
Veneza afunda. A civilização também?

Arte e antiguidades na ponta dos dedos

A LAAF – Lisbon Art & Antiques Fair decorre de 9 a 17 de maio, na Cordoaria Nacional, e propõe uma viagem por séculos de história, da Antiguidade Clássica à contemporaneidade.
Ana Pina8 Mai
Arte e antiguidades na ponta dos dedos

Sentir o pulsar do mundo em Veneza através de ondas sísmicas

Portugal faz-se representar na Bienal de Arte de Veneza com “RedSkyFalls”, de Alexandre Estrela. Projeto que explora as fissuras no solo e no pensamento provocadas por ondas sísmicas. De 9 de maio a 22 de novembro, congelar de medo não é uma opção. Agitar a Sereníssima, sim.
Ana Pina8 Mai
Sentir o pulsar do mundo em Veneza através de ondas sísmicas

Casa da Música responde a sindicato e lamenta pré-aviso de greve

Em termos concretos, a administração da Casa da Música aponta que a implementação do modelo se traduziu no maior aumento salarial da história da instituição, com uma subida média global de 5,1%. De acordo com o comunicado, a maioria dos trabalhadores registou aumentos superiores a 100 euros, com especial incidência nas carreiras técnicas.
Maria Teixeira Alves5 Mai
Casa da Música responde a sindicato e lamenta pré-aviso de greve

Música para responder às grandes questões

O pianista norueguês Leif Ove Andsnes dedicou quatro anos à obra de um único compositor, Beethoven. Em maio, interpreta o Concerto para Piano Nº 3, na Gulbenkian Música, sob a direção de Hannu Lintu.
Ana Pina3 Mai
Música para responder às grandes questões

Para quando o próximo salto gigante?

Desassossego, ânsia de superação, adrenalina, negócio, inovação...? Talvez tudo isto se venha a sintetizar numa viagem espacial que começa a ganhar asas para ligar o Japão aos EUA em apenas 60 minutos.
Ana Pina1 Mai
Para quando o próximo salto gigante?

Quando um pequeno gesto põe as coisas em equilíbrio

A capacidade de ser mais complexo sendo mais simples resulta da depuração que, por sua vez, bebe da experiência. É esta a força da exposição com que o MAC/CCB assinala 40 anos de trabalho de José Pedro Croft, nome maior da arte contemporânea portuguesa.
Ana Pina30 Abr
Quando um pequeno gesto põe as coisas em equilíbrio

Santa Sé convida à coragem de abraçar a escuta

A Santa Sé marca presença na 61ª edição da Bienal de Veneza, que decorre de 9 de maio a 22 de novembro. Carminho e Ilda David estão entre os artistas convidados para enaltecer a tecnologia ancestral da escuta.
Ana Pina26 Abr
Santa Sé convida à coragem de abraçar a escuta

O que diz o êxito de Bad Bunny sobre os EUA e o mundo?

Bad Bunny não teve de ‘americanizar-se’ nem de cantar em inglês para o público se render. Em Porto Rico, onde nasceu e cresceu, e onde tem o seu refúgio. Nos Estados Unidos e no mundo inteiro. A indústria leu bem o que faz vibrar multidões e deu-lhe os minutos do Olimpo, leia-se o intervalo do Super Bowl. Imparável, Bad Bunny esgota concertos em todo o lado. Os dois previstos para maio, em Lisboa, também.
Ana Pina25 Abr
O que diz o êxito de Bad Bunny sobre os EUA e o mundo?

Livro: “Sete Rios”, de Vanessa Taylor

Nilo, Danúbio, Níger, Mississípi, Ganges, Yangtzé e Tamisa. Sete “personagens”, ou melhor, sete narradores de uma história mundial comum e conflituosa. Pela pena da reputada historiadora britânica dos rios, da água e do ambiente, Vanessa Taylor.
Ana Pina25 Abr
Livro: “Sete Rios”, de Vanessa Taylor

O fotógrafo dos pequenos prazeres e das vergonhas coletivas

O talento de Martin Parr está na síntese que cada fotografia faz do seu olhar implacável sobre o mundo e sobre os excessos do ser humano, em particular. E fá-lo de forma acutilante, com muito humor e sentido crítico. Até 24 de maio, o Jeu de Paume, em Paris, rende-se ao olhar do fotógrafo britânico.
Ana Pina24 Abr
O fotógrafo dos pequenos prazeres e das vergonhas coletivas