Colar de rainha egípcia, com 673 diamantes, foi roubado em pleno dia, em Viena, Áustria. A polícia investiga dois homens que entraram no museu com bilhete e de cara destapada.
A segunda edição do cheque-livro, que encerrou na segunda-feira, apresenta uma emissão de 52.448 vouchers, dos quais foram usados 45.075, cerca de 85,9% dos emitidos, anunciou na terça-feira, 1 de setembro, o Ministério da Cultura.
O Ensemble Orquestral da Beira Interior apresenta a 5 e 6 de setembro, na Culturgest, a Ópera “Julie”, de Philippe Boesmans. A estreia nacional desta obra-prima do século XXI é uma coprodução entre Artway e Operafest Lisboa e Oeiras 2025.
SIm, é Cidnay Vale do Ave, o festival que põe a música clássica no radar e no ouvido de todos os que estiverem pelas bandas de Famalicão e Santo Tirso de 2 a 20 de setembro. Concertos, muitos, mas também performances, experiências sensoriais e masterclasses.
Neste episódio do podcast "Puxar pela Cabeça", Maria da Glória Ribeiro conversa com Filipa Reis, realizadora e produtora incontornável do cinema português contemporâneo.
Edição para fãs? Seguramente. Mas não só. Os escritos reunidos neste livro ajudam a decifrar o homem que criou o agente secreto mais cinematográfico de todos os tempos e desenhou planos mirabolantes ao serviço da Marinha inglesa.
Não é mais um episódio de “Star Wars” que está a caminho, mas sim o Museu de Arte Narrativa que o realizador americano George Lucas está a construir em Los Angeles. Abre em 2026.
Perceção sensorial, impacto humano no planeta e migrações são os temas chave numa 'rentrée' que também envolve a Trienal de Arquitectura de Lisboa e a artista Isabelle Ferreira, e uma instalação de grande escala do artista angolano Kiluanji Kia Henda. São as 'manobras de outubro' do MAAT.
No ano passado, o evento registou um recorde de mais de um milhão de visitantes, consolidando-se como um dos maiores sucessos da quadra natalícia em Lisboa.
“Três” é o mais recente livro de viagens de Sérgio Brota, onde o autor relata as suas andanças pelo Vietname, China e Tibete e América do Sul (Peru, Bolívia e Chile). Um livro muito pessoal, mas transmissível.
Compositora e maestrina, Tomomi Nishimoto cedo descobriu que queria abrir uma janela para a História. Estudou em diversos países, dirigiu orquestras em todo o mundo e assumiu a missão de dar a conhecer o repertório musical dos primeiros encontros entre ocidentais e japoneses no século XVI. Foi nomeada Embaixadora pela Cúria de Roma à Feira Mundial de Osaka 2025 e está em Portugal para um ciclo de concertos.
Manuel Cargaleiro morreu há sensivelmente um ano, mas sua inesgotável vontade criativa, intensa nas cores, na partilha e na alegria, mostra-se no museu que leva o seu nome, em pleno coração de Castelo Branco. Uma viagem sensorial pela obra de um grande Mestre e pelas surpresas que guarda na sua coleção particular.
“Esta proposta revela profundo desconhecimento da realidade económica e social do setor da restauração, que é constituído maioritariamente por micro e pequenas empresas, muitas de carácter familiar, ainda a tentar recuperar dos efeitos devastadores da pandemia e agora agravados por uma conjuntura económica desfavorável”, refere a associação em comunicado.
Há uma experiência nova em Lisboa para os amantes do pôr do sol: a partir da próxima segunda-feira, 28 de julho, a Igreja da Graça abre o terraço, diariamente, para quem quer assistir a este espetáculo naturalmente mágico, a partir das alturas, com uma vista panorâmica, bebidas e snacks a acompanhar.
Por estes dias, a Herdade da Granja, em Idanha-a-Nova, serviu de laboratório a uma proposta de cultura alternativa, comunitária, ligada pela música, pela conexão com a natureza e pela vontade de ‘banalizar’ o bem e a tolerância.
O Novobanco Revelação premeia alternadamente um artista nacional e internacional. Em 2025, a escolha do júri irá recair sobre o trabalho de jovens fotógrafos internacionais. E, em setembro, será anunciado o vencedor da 17ª edição.
O imaginário coletivo japonês é de uma riqueza tal que oscilamos entre o profano e o sagrado quase sem darmos conta. Um altar budista pede contemplação, há amuletos que nos fazem sorrir, divindades que espantam e uma miríade de delicados detalhes que nos levam até ao país do sol nascente.
Já estamos em contagem decrescente para a 11ª. edição do Verão Clássico, que decorre de 23 de julho a 2 de agosto no Centro Cultural de Belém e no Museu Nacional dos Coches, Lisboa, com concertos que incluem a interpretação de obras marcantes do repertório clássico dos séculos XVIII ao XXI.
Quem leu “Fábula de Veneza”, de Hugo Pratt, rendeu-se ao fascínio que a cidade-labirinto-de-terra-e-água exerce sobre os comuns mortais. Felizmente, Pratt imortalizou-a sob o signo de um marinheiro, aventureiro sem pátria, que nas suas deambulações pela Sereníssima nos vai revelando prodigiosos segredos, entre símbolos maçónicos e pátios que escondem portas para outros mundos.
Os dados analíticos refletem o impacto que a música teve no público, evidenciando a conexão que os artistas em palco estabeleceram com os seus fãs e demostrando o potencial valor que a ciência de dados pode ter na avaliação de grandes eventos culturais.
A Jovem Orquestra Portuguesa regressa ao Grande Auditório do CCB para celebrar o seu Encontro de Verão com um programa que inclui a estreia absoluta de uma obra de um jovem compositor português, a somar a obras notáveis de Shostakovich e Brahms.