Pessoas

“Visitar uma cidade não deve ser um simples ato de consumo”

Dominic Perrault, o arquiteto francês cujo traço está imortalizado na Bibliothèque Nationale de France, esteve esta semana em Portugal. Em entrevista ao JE, frisa o quão importante é aprendermos “novas formas de civilidade” e usarmos melhor “o que já existe”.
Ana Pina25 Jul
“Visitar uma cidade não deve ser um simples ato de consumo”

A ousadia de ser contemporâneo desde 1911

O que é o Museu Nacional de Arte Contemporânea? Eis a resposta em três palavras:“contemporâneo desde 1911”. São mais de 6.000 obras, entre pintura, escultura e novos suportes visuais, desde 1850 até à atualidade. Um museu aberto e plural, diz-nos Filipa Oliveira, diretora do MNAC.
Ana Pina5 Jul
A ousadia de ser contemporâneo desde 1911

O meu imperativo moral é melhor que o teu?

Depois de Salvador, Rio de Janeiro e Amesterdão, “Um Julgamento, depois do Inimigo do Povo”, chega a Lisboa. Wagner Moura enche o palco, transformado em tribunal. Entre verdade e ‘fake news’, onde fica o imperativo moral? “A verdade acabou e isso me assusta”, diz Wagner.
Ana Pina3 Jul
O meu imperativo moral é melhor que o teu?

João Gil: “A música portuguesa está muito viva e de boa saúde”

No ano em que se celebram cinco décadas do 25 de Abril, o músico lança um novo álbum, “Só Se Salva o Amor”, que é também uma reflexão sobre a democracia. Até porque o seu trajeto, iniciado em 1976 com a viagem “Trovante“, se confunde com a Democracia, com todos os seus defeitos e virtudes. E o futuro já espreita, pois o vulcão que o habita começa a mostrar-se.
Ana Pina29 Jun
João Gil: “A música portuguesa está muito viva e de boa saúde”

“Na Casa Relvas somos uma mente inquieta”

O compromisso com a qualidade é prioridade e visão para o negócio, garantida pelo processo de produção integrada, que concilia uma gestão racional da exploração e dos recursos naturais. Isso e a paixão de fazer acontecer vinhos que fiquem na memória. Furtando a expressão a Alexandre Relvas, “we can do it”.
Ana Pina22 Jun
“Na Casa Relvas somos uma mente inquieta”

O que mudou em 50 anos de democracia?

A transição democrática portuguesa cravou o derradeiro ‘prego’ na era dos impérios, dando início à “terceira vaga de democratização”, como lhe chamou Samuel Huntington. Portugal partiu de uma sociedade essencialmente rural, atrasada e profundamente desigual, e saltou várias etapas de desenvolvimento. 50 anos volvidos sobre o 25 de Abril, a pergunta continua a fazer sentido: o que mudou?
O que mudou em 50 anos de democracia?