Política

Chega avança com moção de censura ao Governo

O instrumento de fiscalização deu entrada no Parlamento esta quarta-feira, 2 de setembro, "com o objetivo claro de censurar o primeiro-ministro e o Governo pela manutenção" do antigo diretor da Polícia Judiciária (PJ) no cargo.
Inês Amado2 Set
Chega avança com moção de censura ao Governo

Operação Marquês: Estado português não deve pagar indemnização a José Sócrates, diz Ventura

André Ventura falava em conferência de imprensa na sede do partido, depois de uma reunião com os deputados do Chega da Comissão de Assuntos Constitucionais a propósito da decisão judicial de condenar o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates em 15 mil euros “por má administração da justiça no processo Operação Marquês”.
Operação Marquês: Estado português não deve pagar indemnização a José Sócrates, diz Ventura

Ventura acusa por igual PSD e PS de “irresponsabilidade” na imigração

“Quer o PS, quer o PSD, são responsáveis por isto. A título de exemplo, recordo o Pacto para as Migrações e Asilo, aprovado na União Europeia, com os votos contra do Chega e dos partidos associados ao Chega, mas com o voto favorável dos partidos associados ao PS e ao PSD. Foi este Pacto para as Migrações e Asilo, na que levou a que viessem de todas as partes do mundo imigrantes para a União Europeia”, advogou.
Ventura acusa por igual PSD e PS de “irresponsabilidade” na imigração

Jurisdição do PSD dá razão a derrotados e vai repetir as eleições da concelhia de Espinho

A informação surge depois de Ricardo Sousa, candidato que venceu as referidas eleições, ter contestado em maio a decisão do Conselho de Jurisdição da Distrital de Aveiro de mandar repetir o procedimento do dia 28 de fevereiro devido a discrepâncias entre o número de votos para os órgãos da concelhia e o número de boletins para os novos órgãos da distrital.
Jurisdição do PSD dá razão a derrotados e vai repetir as eleições da concelhia de Espinho

Correção dos exames nacionais continua “dentro dos prazos previstos”, diz ministro

"[As dificuldades] estão a ser resolvidas, nós continuamos dentro dos prazos previstos, ou seja, os professores todos os anos têm 10 dias úteis para corrigir os exames e aquilo que o EduQA [Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação] nos diz é que vai garantir esses 10 dias úteis para os professores corrigirem os exames", disse aos jornalistas o ministro da Educação, Ciência e Inovação na Universidade Portucalense, no Porto.
Correção dos exames nacionais continua “dentro dos prazos previstos”, diz ministro