O verdadeiro sucesso da digitalização não será determinado pela sofisticação da tecnologia utilizada, mas pela capacidade de tornar os serviços públicos mais simples, mais fiáveis e mais humanos.
Perante a rápida evolução da IA e a necessidade de acompanhá-la, o meio empresarial vê testada a sua capacidade de adaptação ao nível de recursos humanos, estruturas e cultura organizacional. "Neste contexto, as empresas que irão liderar em Portugal serão aquelas que conseguirem usar a IA para potenciar o talento humano", refere a consultora no comunicado emitido a propósito do estudo.
De acordo com os dados divulgados pelo WiZink, a mudança para a infraestrutura cloud permitiu reduzir os custos tecnológicos entre 30% e 40%, ao mesmo tempo que libertou recursos para áreas de inovação e desenvolvimento de novos serviços. O banco refere ainda que o tempo necessário para criar novos ambientes tecnológicos passou para menos de uma hora, traduzindo-se numa melhoria do time-to-market de até 75%.
Reter e valorizar o talento dentro das empresas exige uma abordagem de continuidade, com a combinação de programas internos e externos a evidenciar-se como o modelo preferencial das direções e respetivas equipas de recursos humanos.
Segundo a responsável, a transformação digital visa modernizar os sistemas públicos, digitalizar serviços essenciais e reforçar as capacidades tecnológicas de pessoas e instituições, alinhando-se os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Portugal já mostrou que sabe inovar. Tem talento, capacidade técnica e exemplos concretos de sucesso. Mas está a meio caminho. A próxima década decidirá se continuamos a ter “bons serviços digitais” ou se finalmente teremos uma Administração Pública verdadeiramente excelente.
A Legora é uma plataforma colaborativa de IA para advogados, que atende mais de 250 dos principais escritórios de advocacia e departamentos jurídicos internos em todo o mundo, ajudando os advogados a revisar e pesquisar mais rápido, redigir de forma mais inteligente e aconselhar com precisão.
O maior risco da IA não é falhar tecnicamente. É falhar estrategicamente. Pilotos isolados, provas de conceito sem continuidade e falta de métricas corroem a confiança das organizações, minam a motivação das equipas e transformam inovação em desperdício.
A 'Business Intelligence' não é apenas uma ferramenta, mas sim um catalisador para a inovação e crescimento. E também para liderar a transformação digital.
O que pode e deve ser automatizado? O que deve continuar a ser feito por pessoas? Estas questões implicam uma decisão estratégica, que exige visão, liderança e, acima de tudo, talento qualificado.
Esta colaboração visa promover a adoção de IA em larga escala, ajudando as organizações a tornarem-se verdadeiramente orientadas por dados. A aliança combinará os serviços especializados de dados e IA da Kyndryl com a Databricks Data Intelligence Platform, uma plataforma unificada para dados, análise e IA.
Esta nova área de negócio dedica-se à monitorização de riscos digitais, através do desenvolvimento de uma nova plataforma de testes de cibersegurança que oferece um diagnóstico completo sobre as vulnerabilidades digitais.
“Para a implementação do cabo submarino de fibra ótica, o orçamento total é de 43 milhões de dólares. O Governo é o responsável direto por esta infraestrutura”, afirmou Pio Soares Tilman, chefe de monitorização e fiscalização da Autoridade Nacional de Comunicações (ANC), responsável pela supervisão do setor das telecomunicações.
Esta parceria visa garantir soluções ágeis, seguras e escaláveis, essenciais na era da Inteligência Artificial (IA), revela o comunicado conjunto das duas empresas.
Em comunicado, o DGT detalhou que "o evento vai contar com mais de 60 oradores e 15 expositores, promovendo 30 conferências sobre temas essenciais para o desenvolvimento da economia digital, geração de negócios e evolução empresarial".
"Acreditamos no potencial da rede de APIs e queremos explorá-lo", afirmou, esta manhã, José Pedro Nascimento, Chief Technology Officer do MEO, em conferência de imprensa.
A existência das Big Tech, essencialmente do outro lado do Atlântico, evidenciam a inexistência das condições necessárias ao sucesso desse tipo de modelos de negócio no espaço geopolítico da UE.
O managing partner da Devoteam Cyber Trust, Rui Shantilal, aponta, em entrevista ao JE, para os "esforços significativos" levados a cabo por Portugal para "melhorar a postura quanto à cibersegurança", reagindo ao reconhecimento do país no Índice Global de Cibersegurança (IGC) deste ano.
Em entrevista ao Jornal Económico a propósito do mais recente 'CFO Survey' da Deloitte, Nelson Fontainhas traçou o perfil dos administradores financeiros das empresas em Portugal. Para o 'partner' da Deloitte Portugal, a missão dos CFO "nota-se mais em alturas de crise, mas é tão ou mais relevante em alturas de estabilidade".
Nem tudo é tecnologia. Quando falamos de criar uma estratégia de transformação digital rumo à empresa inteligente, é preciso ter uma visão mais ampla, que considere o fator humano.