Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
Por mais que se avance e mimetize as redes neuronais e o pensamento humano, e por mais exponencial que seja o alcance da IA, o chip estará sempre na inteligência natural humana.