A IA como amplificador das capacidades dos programadores é uma evidência. O risco de acreditar que aprendizes de feiticeiro se tornam excelentes programadores sem nenhuma bagagem técnica também é real.
Segundo um inquérito nacional realizado pelo Centro de Estudos Aplicados da Católica Lisbon School of Business & Economics, em parceria com a Bolt, 58% dos inquiridos acreditam que o impacto desta ferramenta na segurança rodoviária é significativo.
A marginalização de populações, o abandono de periferias e o discurso da rejeição apenas fertilizam o terreno para a radicalização. Podemos todos aprender com o exemplo de Xinjiang, na China.
Apesar do ‘amparo’ do Security Action for Europe (SAFE), o aumento da despesa na defesa não tem como deixar de ter impacto tanto no défice como na dívida pública, adverte o banco central.
Esta ideia de segurança tem ancorado o crescimento da economia portuguesa desde as crises. Tem um impacto visível no turismo, mas também no imobiliário ou no consumo de bens e serviços associados aos estrangeiros que visitam o país ou que decidem ficar e dele fazer casa.
O 'vetting' é um exame crítico para perceber se alguém é aceitável para posições em que tem de lidar com informações sensíveis, lugares que requerem confiança. Em Portugal não se pratica.
O futuro da IA no setor financeiro não depende (apenas) da tecnologia, mas sim das escolhas que fazemos hoje para garantir uma evolução responsável e inclusiva ao longo do tempo.
A política, tal como o cinema, tem horror ao vazio e à irrelevância. E na Europa de 2025, Paris começa a parecer cada vez mais uma personagem secundária que não sabe que o guião já mudou.
O Diário de Notícias refere que a IGAI considerou que a ação de interdição do acesso à rua do Benformoso, as revistas, e a imobilização das pessoas cumpriu os "preceitos legais, gerais e específicos".
Politicamente, o Livro Branco é um marco. Coloca a defesa no centro da agenda europeia, onde tradicionalmente imperaram temas económicos e institucionais. Representa também um momento raro de lucidez estratégica.
Dando como exemplo os dados recentes do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), o líder do PS apontou “uma redução das participações no que diz respeito à criminalidade geral e um ligeiro aumento no que diz respeito à criminalidade violenta”.
De acordo com o documento preliminar apresentado e aprovado esta segunda-feira na reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, e a que a Lusa teve acesso, não existe em Portugal nenhuma organização de extrema-direita classificada como terrorista, apesar de existir um braço de uma organização extremista internacional que é classificada como terrorista noutros países.
Procura-se a recorrência, não esquecer. E sabe-se que mudamos quando o dia a dia se torna insuportável ou quando perdemos a esperança em melhores dias.
“A ordem securitária europeia estremeceu e muitas das nossas ilusões desmoronaram. Depois do final da Guerra Fria, muitos acreditavam que a Rússia podia ser integrada na arquitetura económica e securitária da Europa […], o tempo das ilusões acabou”, disse Ursula von der Leyen, perante o Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo, em França.
A Europa está perante uma encruzilhada: seguir o caminho da militarização e da subserviência aos interesses americanos ou abraçar uma postura mais independente, incluindo uma possível saída da NATO.
Num discurso a partir do Eliseu, o chefe de Estado francês defendeu esta noite que "o caminho para a paz não pode passar pelo abandono da Ucrânia", e que a paz "não pode ser construída a qualquer preço e sob o comando russo, e não pode ser a capitulação da Ucrânia".
Os cinco membros europeus do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) defenderam que qualquer plano para a reconstrução de Gaza “não deve dar nenhum papel ao Hamas” e deve “garantir a segurança de Israel sem deslocar os palestinianos”. Os cinco países — Reino Unido, França, Grécia, Dinamarca e Eslovénia — leram uma […]
É imperativo que os líderes europeus encontrem um equilíbrio entre a necessidade de defesa e a busca pela paz, garantindo que a Europa possa emergir desta crise mais forte e unida.
Como investir no sector da defesa sem afectar o bem-estar social dos cidadãos e motivar o crescimento dos partidos extremistas? E como incentivar os jovens europeus a aderirem aos exércitos europeus?
No âmbito de uma vasta agenda a implementar ao longo do próximo ano, o Presidente de Angola, que assumiu a presidência rotativa da UA durante a 38.ª cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da UA, promete contribuir para que África "seja parte ativa das decisões económicas globais".