referendo

Guiné-Bissau: Oposição considera referendo constitucional “fracasso total”

Num comunicado conjunto, as coligações PAI - Terra Ranka [de que faz parte o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC)] e API - Cabas Garandi saudaram e agradeceram ao povo guineense pela "resposta positiva ao apelo ao boicote" à consulta popular, convocada pelas autoridades militares, que estão no poder da Guiné-Bissau desde o golpe de Estado de 26 de novembro de 2025.
Guiné-Bissau: Oposição considera referendo constitucional “fracasso total”

Guiné-Bissau: Opositor Fernando Dias da Costa saúda abstencão no referendo à Constituição

Na mensagem em vídeo, que está a ser veiculada nos órgãos de comunicação social guineenses, o opositor sublinha que “a forte abstenção registada e a fraca participação popular” constituem uma “mensagem política inequívoca de que os cidadãos não estão dispostos a legitimar, pelo silêncio ou pela resignação, um processo constitucional conduzido sem o necessário consenso nacional”.
Guiné-Bissau: Opositor Fernando Dias da Costa saúda abstencão no referendo à Constituição

Referendo. União Europeia respeita “não” da Islândia e primeira-ministra fala em “vitória para a democracia”

Na base deste referendo estava a reabertura das negociações de adesão à União Europeia, tendo 52,8% dos islandeses respondido “não” e 47,2% “sim”. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, refere que "a Islândia continua a ser um dos parceiros de maior confiança da UE, através do Espaço Económico Europeu". Primeira-ministra islandesa, Kristrún Frostadóttir é pragmática e diz que "este Governo não retomará as negociações de adesão durante esta legislatura".
Rodolfo Alexandre Reis e Lusa31 Ago
Referendo. União Europeia respeita “não” da Islândia e primeira-ministra fala em “vitória para a democracia”

Setor alerta para “ilegalidade” no referendo ao Alojamento Local em Lisboa

Presidente da ALEP classifica a proposta do Movimento Referendo pela Habitação, que foi aprovada em Assembleia Municipal, de "irresponsável" e que "mata" uma atividade que pesa 46% do turismo na capital. Advogado ouvido pelo JE salienta que o diploma legal do Governo sobre o AL não pode ser alterado por via de um referendo municipal. Assembleia Municipal de Lisboa já deu entrada do processo no Tribunal Constitucional.
Rodolfo Alexandre Reis e Lusa11 Dez
Setor alerta para “ilegalidade” no referendo ao Alojamento Local em Lisboa