Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
"Sem nenhum desprimor para com André Ventura, ele disse que não queria ser presidente de todos os portugueses, e eu quero um presidente que seja de todos, os que pensam como eu e os que pensam de forma diferente", referiu hoje à noite Rui Moreira na SIC Notícias.
Seguro venceu, destacado, quando falta apurar o resultado de nove consulados. Mas o jogo das presidenciais ainda vai a meio. Nas eleições mais disputadas de sempre, foram muitos os perdedores.
A quatro dia das eleições, os candidatos marcaram o 11.º dia de campanha a deixar o apelo ao voto da direita, com o candidato liberal a dirigir uma carta a Luís Montenegro a pedir o seu apoio.
O PSD quer também que o Governo "mantenha como prioridade absoluta a segurança, o bem-estar e a proteção da comunidade portuguesa na Venezuela, assegurando informação regular, apoio consular adequado e mecanismos de resposta a eventuais situações de emergência".
“Eu encaro esta decisão do Ministério Público com total naturalidade. Creio que saberão, que nós nunca tivemos dúvidas, que Portugal tinha um primeiro-ministro sério. Usei a expressão várias vezes que aqui quero repetir: um primeiro-ministro à prova de bala. Um primeiro-ministro que é um homem como qualquer portuguesa ou qualquer português que nos está a ouvir”, afirmou.
Hugo Soares, secretário-geral do PSD, juntou-se a uma delegação de cinco deputados da bancada parlamentar que lidera e aceitou o convite do IDPC - Departamento Internacional do Comité Central do Partido Comunista da China.
Chega quer duplicar descontos no IRS com juros na compra de casa e retirar restrição para contratos até 2011. PS propõe isenção de portagens na A6 e A2, e IL pretende atualizar escalões do IMT em 14,61%. PSD pediu à UTAO para avaliar medidas.
Primeiro-ministro elogia o "ímpeto reformista" de Cavaco Silva, "referência maior" para o atual Governo. Homenagem ao antigo primeiro-ministro social-democrata decorre esta quarta-feira em São Bento.
Balsemão, o leão, agia por sentido de serviço e pela responsabilidade de “deixar o país melhor do que o encontrou”. As hienas, essas, movem-se por agendas pessoais, interesses obscuros e em nome do poder pelo poder.
“Deixou-nos, aos 83 anos, Álvaro Laborinho Lúcio. Ilustre jurista, antigo Ministro da Justiça e distinto escritor, foi exemplar na participação cívica e política e na dedicação à causa pública e ao nosso país”, escreve Luís Montenegro na rede social X.
Numa nota de pesar, o PSD, partido pelo qual foi deputado e cujos governos integrou, diz ter recebido a notícia com profunda tristeza, salientando que “Laborinho Lúcio foi um jurista brilhante, dos mais proeminentes ministros da Justiça que Portugal teve em democracia”.
Governo procurará encontrar um "ponto de equilíbrio" com os parceiros sociais e depois submeterá a proposta de revisão laboral ao Parlamento. Deputado centrista defende que PS não teria "coragem" de avançar com uma reforma que "flexibiliza o mercado de trabalho".
Deputado do CDS destacou a decisão "responsável" dos socialistas ao optarem pela viabilização do Orçamento do Estado para 2026, através da abstenção, e argumentou que se o Governo da AD cumprisse o programa do Chega, o país teria um défice de 15%.
“O PSD afirmou-se, de forma clara e inequívoca, como a força política mais votada e com maior expressão autárquica no país, conquistando 136 Câmaras Municipais, a que se juntam cinco lideradas por independentes apoiados pelo PSD, reforçando a sua presença em todo o território nacional”, sublinha, em comunicado, a estrutura ‘laranja’.
Montenegro agradeceu "com humildade democrática, em nome do partido que teve mais votos, que teve mais mandato , que elegeu mais presidentes da junta de freguesia, que elegeu mais presidentes da câmara municipal, que obteve uma vitória histórica nos cinco maiores concelhos do país, que se apresenta em condições de liderar a Associação Nacional dos municipios portugueses".
A coligação PSD/CDS-PP vai governar com maioria absoluta ao eleger seis vereadores (41,3%) contra os dois do Juntos do Povo (19%), os dois do Chega (14,7%), e um vereador do PS (12,8%).
Pedro Duarte é o novo presidente da Câmara Municipal do Porto sucedendo a Rui Moreira. No seu discurso começou por saudar "aqueles que não conseguiram atingir os seus objetivos nesta eleição.