As férias caseiras de muitas famílias são consequência dos baixos salários em Portugal. Incluindo no setor do turismo, que, apesar do extraordinário crescimento dos últimos anos, oferece salários 25% abaixo da média nacional.
Segundo dados do estudo Observador Automóvel 2024, da Cetelem, a maior parte dos portugueses, 45%, hesita na compra de um automóvel principalmente pela manutenção, seguindo-se o preço dos combustíveis, a diminuição do poder de compra e os impostos associados.
Segundo a sondagem realizada junto de 26 mil pessoas de 18 Estados-membros, 45% dos eleitores da UE são a favor da adesão da Ucrânia, enquanto 35% são abertamente contra e 20% estão indecisos. Outros países considerados foram Bósnia-Herzegovina (37% a favor), Geórgia (35%), Sérvia (35%), Albânia (34%) e Turquia (24%).
Cerca de 66% dos portugueses revelam que a sua despesa alimentar aumentou, tendo 30% dos portugueses sido obrigados a limitar ou mesmo renunciar às despesas com produtos alimentares devido à falta de meios financeiros.
A disparidade entre aquilo que os bancos pagam e aquilo que ganham no mercado interbancário contribuiu para os lucros bilionários da banca portuguesa em 2023. E a fraca literacia financeira também ajuda.
Importa combater estereótipos e preconceitos que influenciam a percepção pública face a este tema. Para isto, certos agentes públicos são críticos, da saúde à segurança e à educação e, por isso, devem ser formados para a diversidade cultural.
O problema não são os impostos, mas sim o que leva à sua necessidade. Por isso, não adianta dizer que se vai baixar este ou aquele imposto sem dizer como.
O estudo ‘Workmonitor’ da Randstad revelou que metade dos trabalhadores portugueses inquiridos revelam que a vida pessoal é mais importante do que a vida pessoal, e 39% menciona que abandonariam um emprego que lhes impedisse de desfrutar da vida pessoal.
Um estudo de fim de ano da associação Gallup International (GIA), realizado em 41 países e em Portugal pela Intercampus, coloca o nosso país como o quinto do mundo mais pessimista em relação a 2024, com 63% dos portugueses inquiridos a afirmar que 2024 vai ser um ano de difícil prosperidade económica.
Estudo realizado pela instituição financeira de pagamentos, Nickel, com a DATA E, revela que "mais de metade dos portugueses demonstram um crescente descontentamento com os custos e a acessibilidade aos serviços bancários".
De acordo com um estudo da Lisbon Public Law a que a Lusa teve hoje acesso e que incluiu 1.000 entrevistas, 80,7% dos inquiridos “concorda com a regularização de imigrantes que trabalham e descontam para a segurança social” e 63,3% consideram que “os imigrantes devem ter acesso total ao SNS”, mas apenas 10,7% “considera que a imigração está controlada” e uma maioria (55,2%) elegeu “o facto de a imigração em Portugal estar descontrolada” como uma das suas principais preocupações.
A trégua de quatro dias entrou em vigor às 07:00 de hoje (05:00 em Lisboa) após mais de um mês e meio de guerra, como parte de um acordo para libertar 50 reféns em troca de 150 prisioneiros palestinianos.
Os portugueses destinam as poupanças sobretudo para cobrir potenciais imprevistos, reforma e viagens e dois terços (66%) dos portugueses poupam menos de 10% do seu salário líquido, sendo que quatro em dez inquiridos não conseguem reservar nem 5%. É o retrato do poder de compra dos portugueses.
De acordo com a plataforma KuantoKusta, os consumidores portugueses vão abrir os cordões à bolsa nesta Black Friday, com o carrinho médio a atingir os 94,36 euros, o que corresponde a um aumento de 49,42% face ao ano passado.
De acordo com o estudo da Intrum, "28% dos consumidores portugueses afirmaram que, no final de um mês normal, o valor médio excedido do seu orçamento mensal é de 293 euros".
"O país está empobrecido porque os portugueses pagam cada vez mais impostos, a carga fiscal não pára de subir e atingiu, em 2022, o recorde (com 36,4% do PIB) e continua a subir este ano", sublinhou Miranda Sarmento.
Os cidadãos portugueses estão entre as principais vítimas de discriminação no Luxemburgo, juntamente com os imigrantes de ascendência africana, alertou hoje o Conselho da Europa, sinalizando as áreas do emprego, da educação e da habitação como mais problemáticas.
O clube vai no décimo nono encontro, novamente em Lisboa, e procura estabelecer pontes entre as comunidades empreendedoras portuguesa e norte-americana, reconhecendo o potencial nacional em diversas áreas inovadoras, mas também os benefícios que trazem investidores e trabalhadores dos EUA.
O ministro voltou a apelar a todos os portugueses que se encontrem na zona para que contactem as autoridades: "Os portugueses que estejam na região afetada devem inscrever-se na aplicação informática dos viajantes e contactar o gabinete de emergência consular ou a nossa embaixada em Rabat".