As férias caseiras de muitas famílias são consequência dos baixos salários em Portugal. Incluindo no setor do turismo, que, apesar do extraordinário crescimento dos últimos anos, oferece salários 25% abaixo da média nacional.
Medidas para conter imigração podem significar o fim do acordo de livre circulação com a União Europeia, com impactos na comunidade portuguesa no país, com mais de 250 mil cidadãos lusos a residirem no país dos Alpes.
Uma das consequências inevitáveis de todo o aumento do custo de vida será o endividamento das famílias, segundo a Intrum, como forma de fazerem face às suas despesas, sobretudo as inesperadas, como emergências de saúde, e assim aliviar a pressão financeira.
A árvore vale por um templo e, perguntando em volta, descobre-se que é uma frangipani, originária da América tropical e levada para a Índia, imagine-se, pelos portugueses.
A análise revela que enquanto a atração e os interesses semelhantes são fatores que os portugueses têm em consideração na escolha do seu parceiro, a gestão financeira não faz parte, com apenas 15% dos portugueses a valorizarem os hábitos de poupança e investimento nesta escolha.
Cerca de 25% dos consumidores portugueses apontam que estes gastos devem rondar entre 101 euros e 150 euros, e 24% apontam para mais de 150 euros. Já 17% estima gastar menos de 50 euros.
Esta visão, expressa em dados recentes, é particularmente relevante para países como a Guiné-Bissau e Cabo Verde, que beneficiam da cooperação portuguesa e europeia.
A pesquisa do Iscte, financiada pela Fundação La Caixa, destacou um desfasamento entre a consciência ambiental e a ação, com muitos a limitarem-se a práticas básicas, como a separação do lixo e a poupança de água.
Segundo o estudo "a experiência de ter a sua bagagem de mão enviada para o porão devido à falta de espaço na cabine foi sentida por 38% dos inquiridos portugueses que viajaram nos últimos 2 anos, valor que se alinha com a média europeia".
Um estudo recente do Observador Cetelem indica que a percentagem de portugueses que não pretende fazer férias duplicou este ano, atingindo os 15%. A principal razão apontada por estes inquiridos é a falta de condições financeiras, citada por 43% dos participantes.
A fase final do repatriamento de cidadãos portugueses em Israel está a decorrer hoje de manhã, na sequência do conflito com o Irão, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
De acordo com um estudo da Escolha do Consumidor, comparando com o ano anterior, 49% planeiam manter os mesmos níveis de despesa, 24% esperam gastar menos e 17% acreditam que gastarão mais.
Além disso, mais de 40% dos inquiridos demonstram forte intenção de abrir uma conta desse tipo. Os principais motivos para essa adesão incluem a redução de custos em levantamentos e pagamentos, taxas de câmbio mais vantajosas e a inclusão de seguros de viagem, indicando uma crescente preocupação com a gestão de custos.
O inquérito da Too Good To Go revela que existe um aumento da consciencialização neste tópico, principalmente por fatores económicos. Segundo 93% dos portugueses, devido à inflação e ao aumento do custo de vida, estes procuram evitar o desperdício de comida mais do que antes.
As conclusões do inquérito do Portal da Queixa revelam uma perceção crítica em relação ao atual Governo de Luís Montenegro, com mais de 60% dos inquiridos (61,5%) a não reconhecerem qualquer evolução positiva nas suas áreas de atuação. Apenas 15,5% mencionaram melhorias nos apoios sociais e 15,3% nos impostos.
Segundo o Portal da Queixa, "com base em milhares de respostas de cidadãos de todo o país, a principal dificuldade enfrentada foi a falta de acesso às comunicações (84,1%), seguida da ausência de informação ou apoio (57,8%)".
Segundo a análise da eDreams, "Paris continua a ser o destino preferido dos portugueses para as férias nesta altura do ano, mantendo-se no topo da lista pelo quarto ano consecutivo. Barcelona, Amesterdão, Funchal e Ponta Delgada são os restantes destinos que compõem as principais preferências dos viajante".