Na comparação em cadeia, o PIB da zona euro cresceu uns ligeiros 0,1% e o da UE 0,2% entre janeiro e março, depois de ter avançado 0,2% no trimestre anterior.
Apesar de terem batido sucessivos recordes desde 2020, as remessas de emigrantes portugueses estão a ter cada vez menos importância face à riqueza produzida pelo país. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
Da inflação na economia portuguesa e nas maiores congéneres europeias à divulgação da produção industrial nos EUA, os dados macro de peso sucedem-se, sobretudo a partir de terça-feira. Destaque ainda para os resultados de gigantes empresariais como a Cisco, Alibaba e Tencent, entre outras.
A sessão de terça-feira foi pautada pela indecisão nas bolsas, em plena época de resultados. Esta quarta-feira é dia de números importantes, como é o caso do PIB da Alemanha e dos Estados Unidos, a par dos resultados da Microsoft e da Meta no primeiro trimestre.
Esta quarta-feira ficou marcada pelo sentimento positivo nos setores do imobiliário e banca, perante sinais de que a Fed terá mais espaço para cortar nos juros, ao mesmo tempo que o arranque da época de resultados deixou sinais positivos.
Mais aposta na indústria e menos foco na exportação de serviços ligados ao turismo. Estudo da Associação Empresarial de Portugal (AEP) a que o JE teve acesso aconselha a que a indústria transformadora seja a alavanca do crescimento do PIB nacional - mesmo que isso aconteça em detrimento dos serviços.
A semana vai ficar marcada pela nova decisão sobre os juros do BCE. Somam-se o PIB da China, a produção industrial nos EUA e a inflação na zona euro, entre outros dados de elevado grau de importância.
As principais praças europeias mostraram subidas leves na terça-feira, a beneficiar do desacelerar dos preços na produção dos EUA. No dia que se segue vai ser conhecido o PIB da zona euro no segundo trimestre, seguido pela taxa de inflação norte-americana em julho.
Vão ser revelados esta quarta-feira os dados do PIB da zona euro no primeiro trimestre, permitindo fazer uma radiografia à situação económica dos países da moeda única. Somam-se a inflação no Reino Unido e nos EUA, assim como os resultados de várias empresas de peso.
A volatilidade foi baixa, a contrariar as variações que se observaram precisamente uma semana antes. Os investidores pareceram tranquilos, na expetativa pelos dados macro que vão ser conhecidos na quarta-feira.
BCE quer ver países a reduzirem peso da dívida. E avisa que o inverno demográfico, gastos com defesa e alterações climáticas podem agravar os PIB dos países em 3%.
Os dados constam na apresentação da "Situação e perspetivas económicas em Portugal e Espanha, e o desafio do envelhecimento a longo prazo", da autoria do Professor Rafael Doménech, Responsável de Análise Económica do BBVA Research. Turismo e imigração são fatores de crescimento dos dois países, aponta especialista.
A EDP tomou a liderança dos ganhos no PSI, ao valorizar quase 4% após apresentar os resultados do primeiro trimestre. Em sentido contrário, Corticeira Amorim e REN foram protagonistas dos maiores tombos, com os mercados a reagirem às quedas nos lucros. Os valores referentes ao índice de preços no consumidor (IPC) vão marcar o primeiro dia da semana.
Os países do sul e do Báltico foram os principais responsáveis pelo avanço de 0,3% no PIB da zona euro, depois da recessão no final de 2023. Do lado dos preços, a inflação core continuou a cair, contando com a descida do lado dos serviços ao fim de cinco meses de estagnação.
As previsões divulgadas esta segunda-feira pela "Reuters" mostram que o produto interno bruto (PIB) da China deve ter crescido 4,6% entre janeiro e março, em comparação com o mesmo período do ano passado.
“O facto de o PIB ter um crescimento de 1,5% em cadeia no 1.º trimestre de 2023, um valor excecional, ditará agora um forte abrandamento do PIB homólogo”, refere o Fórum, que alerta para riscos da instabilidade política no investimento.
O consumo dos consumidores aumentou e foi determinante para o crescimento homólogo da economia, que superou também as estimativas anteriores, que apontavam para 3,2%.
Segundo os economistas consultados pela Lusa, o excedente em contas nacionais deverá situar-se entre 1% e 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), superando assim as estimativas de 0,8% inscritas no Orçamento do Estado para 2024 (OE2024).