Na comparação em cadeia, o PIB da zona euro cresceu uns ligeiros 0,1% e o da UE 0,2% entre janeiro e março, depois de ter avançado 0,2% no trimestre anterior.
A bolsa de Lisboa viveu um dia de ligeiras perdas, numa Europa pautada pelo sentimento misto. Esta terça-feira serão conhecidos relevantes dados macroeconómicos na zona euro e as contas de mais duas cotadas do PSI.
Zona euro, EUA e China vão agitar a semana com a divulgação de números importantes no plano macroeconómico. Sobressai o sentimento das economias europeias no quarto trimestre, assim como eventuais sinais sobre descida dos juros.
À Lusa, o ministro das Finanças ressaltou que “Portugal teve em 2023 um crescimento muito forte, o terceiro mais alto de toda a União Europeia, aliás, seguindo-se a dois anos de forte crescimento no ano de 2022 e 2021”.
Valores surgem num relatório divulgado esta terça-feira, que resulta da parceria entre a EY e a Liga Portugal. O estudo revela ainda que a indústria do futebol alcançou um volume de negócios que supera, em 74 milhões, o de 2021/22.
A bolsa de Lisboa encerrou no 'verde' a sessão de sexta-feira, com aquela cotada a ganhar mais de 3%. A semana que agora se inicia vai trazer dados macroeconómicos de grande relevo, a começar pelo PIB e inflação.
Num artigo publicado no “Boletim Económico” do BCE, os economistas Marien Ferdinandusse e Mar Delgado-Téllez assinalam esperar que as medidas orçamentais destinadas a apoiar as famílias e as empresas em resposta à subida dos preços da energia e aos choques da inflação diminuam em grande parte nos próximos anos.
A concretizar-se o "brilharete", o ministro das Finanças, Fernando Medina, fecha o ano de 2023 com o peso da dívida pública face ao Produto Interno Bruto (PIB) a rondar o registado em 2010 (100,2%) e abaixo da meta prevista no Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), quando apontava para um rácio de 103%.
O banco norte-americano aponta para um cenário em que a flexibilidade de políticas está a ser uma mais-valia contrariada pela crise do imobiliário e pela falta de confiança. Para 2024 e 2025, continua a prever desacelerações do crescimento do PIB.
“Iremos ter uma desaceleração do PIB em termos anuais, mas aceleração se ignorarmos o 1.º trimestre de 2023, que foi excecional”, refere a nota de conjuntura.
Em termos homólogos o PIB registou uma variação nula em ambas as zonas, mas em cadeia houve uma subida de 0,1%. Em simultâneo, os postos de trabalho aumentaram, mas as horas trabalhadas recuaram.
Depois de a última sessão da semana passada ter sido positiva para a bolsa de Lisboa, a semana que agora se inicia, nos mercados, vai ficar assinalada pela divulgação de importantes dados no que diz respeito às economias da zona euro.
Os dados do PIB foram divulgados pelo INE, que faz saber que se regista um abrandamento face à subida homóloga de 2,6% observada no segundo trimestre, ao passo que a variação trimestral passou a ser negativa, depois do ligeiro crescimento entre abril e junho.
O crescimento do PIB está muito acima do que se esperava e esse é um "potencial problema para o nosso prognóstico de que a economia iria cair em recessão mas acreditamos que ainda existe margem para que a Reserva Federal corte nas taxas de juro no próximo ano", destacam os analistas da Capital Economics.
Berlim prevê que o PIB recupere em 2024 e cresça 1,3%. A recuperação prosseguirá no ano seguinte, em 2025, altura em que se prevê um ligeiro aumento para 1,5%.
O crescimento económico do país e os resultados orçamentais deverão levar a Fitch a melhorar a perspetiva da dívida soberana portuguesa na avaliação prevista para esta sexta-feira, segundo os analistas consultados pela Lusa.