Os dados macroeconómicos recentemente conhecidos indicam que o crescimento sequencial da economia chinesa continua a beneficiar de uma grande estabilidade, na sequência do crescimento de 5,2% em dezembro.
A conclusão é de uma análise do Goldman Sachs, de acordo com a qual a flexibilização das políticas naquele país está a gerar impacto de forma gradual, mas sem ser suficiente para contrariar a crise do sector imobiliário e os baixos níveis de confiança dos mercados.
De acordo com os analistas, o aumento do PIB em 5,2% no ano passado, que representa uma desaceleração face aos anos anteriores à pandemia, beneficiou do aumento subtil na produção industrial, assim como no mercado de automóveis e smartphones. Por outro lado, as vendas a retalho e no comércio automóvel perderam fôlego.
O grupo financeiro norte-americano mantém as estimativas do PIB para 2024 e 2025 em 4,8% e 4,2%, num sinal claro de que espera uma desaceleração da economia daquele país no futuro mais próximo. Ainda assim, prevê ligeiras subidas, em termos trimestrais, nos dois primeiros trimestres do presente ano, em reflexo do levantamento de políticas mais restritivas.