Na formação formal, Portugal é apenas o 19.º com maior proporção de adultos entre os 25 e os 65 anos num total de 32 países da OCDE. E na formação não formal é 22.º
O terceiro trimestre deste ano trouxe um crescimento ao bloco OCDE semelhante ao do período anterior, com várias das principais economias mundiais perto da estagnação ou a registarem mesmo crescimento negativo, como a Alemanha.
Celebra-se esta segunda-feira, 20 de novembro, o Dia Universal dos Direitos da Criança, mas dados da Pordata mostram que há um longo caminho a percorrer. Em 2011, Portugal era o 11.º país com maior taxa de pobreza entre as crianças e jovens: 18,6% vs. 19% na União Europeia.
O atual ministro da Educação foi eleito para presidir ao Comité de Políticas Educativas da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, função nunca antes desempenhada por um português. Mandato tem início a 1 de janeiro de 2024.
Apesar da necessidade de regulamentação acolhida na Cimeira, a sua elaboração deve ser rodeada de muita perspicácia, inteligência e de alguma facilidade de adaptação e aplicação.
"Para garantir que todos possam participar e beneficiar do desenvolvimento e do crescimento económico e, em particular, das oportunidades criadas pelas transformações ecológica e digital, os decisores políticos devem alinhar melhor a educação e a formação de competências com as competências necessárias no mercado de trabalho. Isto é essencial para ajudar os trabalhadores a enfrentar os impactos significativos destas transformações nos mercados de trabalho", defende Mathias Cormann.
O indicador apresentou bastantes variações entre Estados-membros, com onze países a registarem aumentos. A Hungria lidera, mas têm sido os EUA, Reino Unido e França os principais motores deste crescimento recentemente, explica a OCDE.
Os dados constam do mais recente relatório sobre Perspetivas da Migração Internacional (International Migration Outlook 2023), que a OCDE divulga hoje e no qual é possível constatar que Portugal passou de receber 30.800 imigrantes em 2014 para 120.800 em 2022, sendo que este último valor é ainda uma estimativa.
Portugal na cauda da tabela de competividade fiscal da OCDE. É o segundo pior nos impostos sobre empresas. Noutros segmentos, surge sempre na segunda metade da tabela.
Como a energia nuclear é um tema determinante e vai bem para além da UE e OCDE, seria positivo que estas duas organizações estabelecessem pontes com países fora deste círculo, como a China, a Índia e a Arábia Saudita.
Em relação à taxa de participação da população ativa da OCDE e de Portugal, a organização precisa que esta subiu no segundo trimestre para o nível mais elevado desde o início da série em 2008, ao cifrar-se em 73,7% e 77,4%, respetivamente.
Álvaro Santos Pereira, Ana Figueiredo, Miguel Farinha e Bruno Ferreira debateram como será o mundo em 2024, num painel onde se falou de previsões macroeconómicas e de uma estratégia para a Europa.
O diretor do Departamento de Economia da OCDE e antigo ministro da Economia defende a implementação de reformas estruturais, que a política monetária deve manter-se restritiva e que a política fiscal se prepare para futuras pressões de despesa.
Os preços da energia e dos bens alimentares continuaram a desacelerar, embora a um ritmo mais lento do que nos meses anteriores, o que motivou o aumento no Índice de Preços no Consumidor.
O elevado endividamento das empresas da moeda única e a subida nos números de insolvências declaradas estão a preocupar a organização. OCDE deixa ainda avisos de mais risco para imobiliário e bancos da zona euro. E elogia a postura do BCE, reconhecendo a necessidade de combater a inflação elevada.
Cerca de 26 países, dos 38 país da OCDE, registaram uma queda na inflação no mês de julho, mas a subida da inflação da Turquia fez com que a inflação da OCDE registasse uma subida em julho.
Eram as próprias empresas europeias que defendiam a existência de um imposto de carbono à entrada da Europa para nivelar os preços e, assim, existir uma competitividade “mais justa”.
A queda das exportações e das importações no período em análise ficou a dever-se à fraca procura mundial e à diminuição dos preços das matérias-primas, nomeadamente da energia, justifica a OCDE