Na formação formal, Portugal é apenas o 19.º com maior proporção de adultos entre os 25 e os 65 anos num total de 32 países da OCDE. E na formação não formal é 22.º
Portugal é um dos países da organização em que a taxa de desemprego também se manteve inalterada em janeiro, permanecendo nos 6,5%. Já a República Checa, Dinamarca, Finlândia, Lituânia, Noruega e Turquia registaram uma subida nesta taxa.
Os EUA e a China abrandaram em relação ao trimestre anterior enquanto Alemanha e Reino Unido registaram perdas do PIB no último trimestre, com a economia alemã a ser mesmo, a par da saudita, as únicas que fecharam 2023 com crescimento negativo.
Um dos mitos é acreditar que a transição energética vai ser limpa. Não vai, porque a procura por minerais vai aumentar 500% nas próximas duas décadas, e a maior parte dessa mineração vai ser intensiva, destrutiva do ambiente.
A Jerónimo Martins apresenta hoje os resultados financeiros referentes ao ano passado. Nos primeiros nove meses de 2023, a retalhista registou lucros de 558 milhões de euros. No cenário macroeconómico, a OCDE divulga os números mensais da inflação.
À frente de Portugal no ranking dos países com impostos mais altos para rendimentos mais elevados estão a Dinamarca, França, Áustria, Espanha e Bélgica.
A começar a semana, o Banco de Portugal divulga números do crédito à habitação em janeiro. Nos dias seguintes, é a vez de Mota-Engil, NOS, Jerónimo Martins e REN apresentarem os resultados financeiros referentes ao ano passado.
“As estimativas anuais iniciais indicam que o crescimento do PIB da OCDE abrandou para 1,6% em 2023, em comparação com 2,9% em 2022, num contexto de inflação subjacente mais elevada na área da OCDE”, revela o relatório da OCDE.
Com um OE que não conta com aumento das exportações nem do crescimento, não é de estranhar que Medina considere “essencial aumentar o poder de compra”.
A ideologia do mercado livre foi sempre um instrumento para promover novos interesses, mesmo que seja à custa do declínio social e institucional das comunidades afetadas.
Espanha registou a maior queda do bloco, com um recuo de 2,1%, ao passo que Itália liderou os G7, avançando 1,4%. Já a Alemanha, motor industrial da zona euro, verificou a quarta queda consecutiva neste indicador, desta vez de 0,6%.
Num comunicado divulgado hoje, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) salientou que, excluindo a energia e os alimentos, que são os itens mais voláteis, a inflação subjacente permaneceu inalterada em dezembro, em 6,7%.
A OCDE divulga os números mensais do Índice de Preços no Consumidor. Além disso, esta quarta-feira marca o início do Fórum do Grupo BEI 2024, que se realiza no Luxemburgo.
A pressão nos preços tem vindo a recuar, mas permanecem riscos ligados ao mercado laboral e às cadeias logísticas, pelo que os bancos centrais devem mover-se com precaução, aconselha a OCDE.
O BPI e o Abanca apresentam os resultados referentes ao ano passado no início da semana. Na terça-feira, o INE divulga as estatísticas de Preços da Habitação ao nível local (terceiro trimestre de 2023).
O mais recente estudo sobre a Sustentabilidade Financeira da ADSE, da autoria da PlanAPP – Centro de Competências de Planeamento, de Políticas e de Prospetiva da Administração Pública, aponta para dois cenários de projeção de equilíbrio financeiro - 2031 e 2054 -, baseados em dados distintos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e OCDE, respetivamente.
Em Portugal, a taxa de emprego subiu para 72,8% (72,5% no segundo trimestre), enquanto a taxa de participação no mercado de trabalho passou de 77,6% para 77,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2023. Em Espanha, o emprego cresceu para 65,7% no terceiro trimestre (65,4% no trimestre anterior).
Decorre hoje, em Santarém, a apresentação do relatório preliminar do novo aeroporto de Lisboa. A OCDE divulga números trimestrais sobre a situação do mercado de trabalho. Em Bruxelas, a Agência Internacional de Energia (AIE) divulga o Relatório mensal do Mercado do Petróleo.
Hoje, quem nos empurra para fora da modorra são os nossos aliados, a bendita UE, BCE, OCDE, NATO. Mas não bastam. Os portugueses têm de entender o mundo onde estamos metidos.