Num mundo de superpotências, os países médios e pequenos são presas isoladas, e a coligação é o mecanismo pelo qual os não-gigantes deixam de negociar sozinhos com gigantes.
É uma perigosa candura acreditar ser possível derrotar militarmente a Rússia, recorrendo apenas ao sangue, suor e lágrimas de Kiev, mesmo arrastando consigo a União Europeia.
“Os aliados [da NATO], assim como os parceiros do Grupo de Contacto liderado pelos Estados Unidos, enviaram para a Ucrânia 230 tanques, 1.550 veículos blindados e grandes quantidades de munições”, anunciou o secretário-geral da Aliança Atlântica, em conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro do Luxemburgo, Xavier Bettel, no quartel-general da NATO, em Bruxelas (Bélgica).
"Essa parceria que estava interrompida por seis anos é importantíssima para nós brasileiros", mas também para Portugal, afirmou José Múcio Monteiro, numa entrevista à Lusa em Lisboa, onde permaneceu, após a visita oficial do Presidente Brasileiro Lula da Silva a Portugal, com agenda oficial a cumprir.
Sergey Lavrov disse numa conferência de imprensa que não tem dúvidas de que existe agora "muito pouca diferença" entre a UE e a Organização do Tratado Atlântico Norte.
A Europa iniciou um esforço para conseguir diversificar a origem do gás natural de que tem necessidade. E esse esforço provocou a subida dos preços do gás natural nos mercados internacionais, porque a concorrência aumentou.
O líder populista da Hungria usou o Twitter para mostrar o seu desacordo em relação a uma eventual entrada da Ucrânia na NATO, em resposta à visita do secretário-geral da organização a Kiev.
O futuro da Ucrânia está na NATO, disse o secretário-geral da aliança militar ocidental na primeira visita à capital da Ucrânia desde que a guerra teve início, há mais de um ano atrás. Resta saber quanto tempo demorará o futuro a chegar.
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, alertou hoje para a proliferação do armamento nuclear em todo o mundo, em particular na China, que está a aumentar o “arsenal nuclear sem qualquer transparência”.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, afirmou hoje no Vietname que as recentes fugas de documentos do Pentágono, uma das maiores da última década, não afetaram a relação e cooperação com os aliados.
Causaram algum rebuliço as posições do presidente francês na sua recente visita à China. Mas Emmanuel Macron não desiste. E promete, desta vez na antiga Holanda, voltar a discursar sobre o futuro da Europa.
“Com a entrega destes documentos, declaramos a Finlândia o 31.º Estado-membro da Aliança [Atlântica]”, disse Antony Blinken durante a cerimónia no quartel-general da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), em Bruxelas, na Bélgica, onde foi içada pela primeira vez a bandeira do país nórdico ao lado das bandeiras dos outros Estados-membros.
A Finlândia tem a partir desta terça-feira a garantia de que os 30 membros da NATO estarão ao seu lado na defesa e segurança do país. De Moscovo, receberam outra garantia: o país passa à condição de “alvo legítimo”. Entretanto, desespera pela entrada da Suécia.
Suspenso desde há muito, não é por acaso que um acordo de largo espectro está prestes a ser assinado entre Teerão e Moscovo. Entretanto, a Hungria questiona se a entrada da Suécia e Finlândia na NATO não será contraproducente.
O alerta surge depois de Moscovo ter arrefecido nos últimos meses as ameaças contra as duas capitais nórdicas, iniciadas desde a sua decisão histórica, em maio, de se candidatarem à NATO.
O Presidente da República defendeu hoje que no atual contexto de guerra na Ucrânia Portugal deve ir acompanhando os investimentos em Defesa dos seus aliados da NATO, reajustar meios e melhorar as condições das carreiras militares.
Uma ampla maioria dos deputados (182 dos 199) aprovou a entrada de Helsínquia na NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental), ao passo que o caso da Suécia será, segundo o partido Fidesz, no poder, discutido “mais tarde”.
Patrushev adiantou que a NATO está a preparar os militares ucranianos, destacando igualmente que na linha da frente "estão mercenários dos países que lutam ao lado das Forças Armadas" ucranianas.
"A NATO está vigilante e estamos a acompanhar de perto a situação", disse a porta-voz da NATO, Oana Lungescu, acrescentando que a organização "não viu quaisquer mudanças na postura nuclear da Rússia” que levassem ao ajustamento da sua estratégia.