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O entalanço no Martim Moniz

Num momento em que ainda se acumulam nas secretarias do Estado mais de 400 mil processos de regularização, o actual Governo tinha todas as cartas na mão para mostrar aos portugueses, e em particular ao PS, como se legalizam e acolhem imigrantes da maneira mais certeira e humana possível.
André Macedo27 Dez
O entalanço no Martim Moniz

O motorista de Pedro Nuno

Pedro Nuno Santos quer que o aumento das pensões seja permanente. Está naquela fase da vida política em que acredita piamente que o desejável é pedir mais e mais medidas ao Governo.
André Macedo22 Nov
O motorista de Pedro Nuno

As traseiras

A imigração pode – ainda não o é – tornar-se um problema. Se a ideia do PSD é tão-só ocupar as poças lamacentas do Chega, então é um fraco propósito que não levará a nada.
André Macedo25 Out
As traseiras

Economistas pedem a Montenegro maior crescimento, mais habitação e reforma do Estado

O primeiro-ministro chamou ontem 12 economistas para colher contributos para o futuro do país. Entre académicos e gestores que estiveram em São Bento para discutir macroeconomia, alguns conselhos foram unânimes: é preciso mais ambição no crescimento económico, resolver o problema da habitação com mais oferta, e, para não colocar em risco os equilíbrios orçamentais, urge uma reforma do Estado que trave o aumento da despesa.
Lígia Simões e João Barros16 Out
Economistas pedem a Montenegro maior crescimento, mais habitação e reforma do Estado

António Lobo Xavier alerta para “custos elevados” de “aventuras políticas”

Marcelo convocou para esta terça-feira o Conselho de Estado para analisar situação económica e financeira, em vésperas da entrega do próximo OE, cuja aprovação é ainda incerta. Ao JE, o conselheiro António Lobo Xavier defende que o quadro internacional e o “tímido” progresso económico não são propícios para “aventuras políticas”. E avisa que “a falta de bom senso pode ter custos muito elevados” para o país que, frisa, precisa decisões de apoio investimento “rápidas e firmes”, “objetivos fortes” e de “acentuar convergências”.
Lígia Simões1 Out
António Lobo Xavier alerta para “custos elevados” de “aventuras políticas”

IRS Jovem e IRC fora do Orçamento é um “truque” e um “recuo” na negociação. PS não será “muleta”

Governo finta negociação do OE com corte do IRC e IRS Jovem por decreto, tendo por objetivo retirar restrição do sentido de voto do OE2025. Socialistas criticam "truque" e acena com chumbo ao próximo Orçamento do Estado, após ter apontado estas medidas como linhas vermelhas nas negociações. Líder do grupo parlamentar do PS diz ao JE que "separação destas medidas face ao OE é totalmente artificial, porque a perda de receita vai sempre onerar o orçamento", retirando margem para outras opções políticas. Alexandra Leitão assegura que o PS não será muleta do Executivo e aconselha Montenegro a procurar viabilização do documento com a direita.
Lígia Simões11 Jul
IRS Jovem e IRC fora do Orçamento é um “truque” e um “recuo” na negociação. PS não será “muleta”

Cantas bem, mas será que convences?

Entre a espada e a parede, o Governo está disposto a correr riscos mais ou menos calculados, aumentando a despesa por um lado, enquanto corta nos impostos por outro. Faz isso porque acredita que cortar nos impostos fará a economia crescer, permitindo gerar mais receita fiscal no futuro e compensar o aumento da despesa em algumas áreas. É uma jogada de alto risco.
Filipe Alves24 Mai
Cantas bem, mas será que convences?

O regresso de Passos não será um passeio no parque

O PSD de Montenegro está a ocupar o centro e, se sobreviver, poderá tornar-se o partido charneira da democracia portuguesa, uma posição que durante anos foi ocupada pelo PS. Valerá a pena deitar fora essa posição e correr o risco de regressar à situação de 2015, quando a direita venceu as eleições com 40% dos votos mas não foi capaz de governar?
Filipe Alves19 Abr
O regresso de Passos não será um passeio no parque

CFP faz seis avisos a Luís Montenegro

O organismo presidido por Nazaré da Costa Cabral prevê uma economia a crescer sempre acima de 1%, com excedentes orçamentais até 2028, com a dívida a recuar, a inflação a abrandar, e a taxa de desemprego a recuar, apesar da criação de emprego desacelerar. E deixa avisos ao Governo.
André Cabrita-Mendes12 Abr
CFP faz seis avisos a Luís Montenegro