A equipa da campanha democrata afirmou ter registado um aumento do número de donativos durante a Convenção Nacional Democrata, realizada na última semana em Chicago, onde Harris e o candidato a vice-presidente, o governador do Minnesota, Tim Walz, aceitaram as nomeações.
A convenção democrata acabou em festa – esteve sempre em festa – com a candidata a prometer defender a classe média, nomeadamente através do corte nos impostos. E prometeu também fazer regressar os reféns a casa.
O candidato à vice-presidência, Tim Walz, uma escolha da ainda vice-presidente Kamala Harris, brilhou entre algumas estrelas do firmamento democrata. Oprah Winfrey, Bill Clinton e Nancy Pelosi foram as estrelas de serviço.
Kamala Harris ocupou o lugar de Joe Biden, a 21 de julho, às presidenciais. A sua campanha arrecadou 200 milhões de dólares na primeira semana, um valor que fica acima do alcançado pela campanha de Trump em julho, que foi de 138,7 milhões de dólares.
A presença do casal Obama resultou naquilo que se esperava: um momento empolgante que pretendia relançar em definitivo a campanha de Kamala Harris. Lá fora, os protestos eram contra a guerra em Gaza - mas dentro da sala ninguém parece saber onde fica o enclave mais mortífero do mundo.
Com a campanha a ter chegado ao ponto da tentativa de assassinato de um dos candidatos, Chicago - ou pelo menos a Chicago próxima da arena da convenção - está sob fortes medidas de segurança.
Num esforço a que a proximidade das eleições norte-americanas não é alheia, o secretário de Estado, Antony Blinken, está a pressionar Israel para que aceite o acordo proposto pela Casa Branca.
Com a presença de milhares de apoiantes e dos ‘pesos-pesados’ do partido, a candidata quer consolidar o que parece ser um mau momento para os republicanos.
Os preços recentemente negociados terão impacto no preço dos medicamentos utilizados por milhões de norte-americanos mais velhos para ajudar a controlar a diabetes, o cancro do sangue e a prevenir a insuficiência cardíaca ou coágulos sanguíneos.
A Universidade de Harvard estudou o poder das celebridades na promoção do ato eleitoral como demonstração de civilidade. Mais que apoiar candidatos, a sua participação pode elevar os padrões da democracia.
As empresas norte-americanas produtoras do chamado petróleo de xisto estão a produzir mais usando menos plataformas. Os lucros estão a aumentar e ninguém estará interessado em abrir mão deles. Boas notícias para a Rússia. Se Trump vencer.
A CBS News avançou que as investigações do FBI começaram no início do verão depois das campanhas de Donald Trump, Joe Biden e de Kamala Harris, à presidência dos Estados Unidos, terem sofrido tentativas de phishing.
Entre as ações do Irão estão por exemplo a "intimidação ou o incitamento à violência contra figuras ou grupos políticos" com o intuito de "promover o caos e semear a dúvida sobre a integridade deste ato eleitoral".
Uma sondagem da Ipsos, solicitada pela Reuters, dá uma vantagem de cinco pontos percentuais à candidata democrata Kamala Harris relativamente ao candidato republicano e antigo presidente norte-americano, Donald Trump, fixando-se em 42% contra 37%. O candidato independente Robert Kennedy Jr, reúne 4% das intenções de voto.
Se a situação económica se deteriorar nos EUA, se o desemprego aumentar, isso é dar mais argumentos a Trump para usar contra Harris, a par da inflação e das taxas de juro altas.
Tim Walz é conhecido pelas posições em prol dos sindicatos, legalizou o uso recreativo de marijuana e expandiu as verificações de cadastro para quem quer comprar armas, apesar de defender o direito consagrado na Segunda Emenda.
No ângulo económico, o governador do Minnesota desde 2019, o escolhido para acompanhar Kamala Harris na corrida à Casa Branca, é apelidado de "campeão" das políticas económicas progressivas. Os resultados estão à vista em vários indicadores com a criação de emprego a ser a "pedra no sapato" do democrata.