Não é certo que qualquer um deles possa ganhar por repetir o modelo. Nem é certo que a vitória no debate queira dizer Harris vai ganhar as eleições. Este e outros temas serão analisados pelo embaixador Francisco Seixas da Costa.
Estrategas e figuras democratas de relevo aplaudiram o desempenho da vice-presidente, enquanto vários republicanos reclamaram do tom das perguntas dos moderadores e reconheceram as oportunidades perdidas por Trump de focar-se num ataque direcionado.
A candidata democrata quis que tudo fosse diferente de quando era Joe Biden a mandar. E não se terá saído mal, segundo as sondagens já realizadas sobre quem ganhou o debate. Exceto em alguns temas.
A declaração de apoio foi publicada na rede social Instagram alguns minutos depois do fim do debate, que analistas e comentadores deram como uma vitória da também vice-Presidente.
A candidata reconheceu que as famílias estão a ter dificuldades com a escassez de habitação acessível e que é necessário construir mais: prometeu trabalhar com o sector privado para construir mais três milhões de casas até ao final do mandato.
A politóloga Daniela Melo considerou que Harris conseguiu controlar a direção do debate e foi consistente a lembrar o eleitorado dos piores momentos da administração de Trump, como a gestão da pandemia de covid-19 e o assalto ao Capitólio.
Economia e Israel estarão na agenda de Kamala Harris - que tentará esbater a imagem de 'esquerdismo' que se lhe 'colou' à pele desde 2016. De Trump, espera-se que seja igual a ele mesmo - mas muitos republicanos duvidam que isso seja uma boa ideia.
Os candidatos chegam ao debate desta terça-feira com Kamala Harris à frente nas intenções de voto nacionais: 47% contra 43,9%. O formato do debate na ABC será de 90 minutos e com microfone fechado.
Com uma liderança nacional média de três pontos, a candidata democrata Kamala Harris está à frente de Donald Trump nas intenções de voto em quatro estados críticos, mas noutros os dois oponentes nas presidenciais norte-americanas estão quase empatados.
"Os três grandes atores com influência estrangeira, a Rússia, o Irão e a China, estão a tentar, até certo ponto, exacerbar as divisões na sociedade norte-americana em seu próprio benefício e veem os períodos eleitorais como momentos de vulnerabilidade", declarou um funcionário do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional numa conferência de imprensa.
Democratas e republicanos estão contra a compra do grupo pela sua congénere nipónica. O caso revela bem o que são as ameaças globais perante as tentações protecionistas que assolam os Estados Unidos há pelo menos oito anos.
O chefe de Estado russo indicou que o adversário republicano nas presidenciais norte-americanas, Donald Trump, que foi presidente entre 2017 e 2021, impôs "mais sanções à Rússia do que qualquer outro presidente".
Renúncia de cinco ministros esta quarta-feira deverá ser seguida por mais cinco durante o dia. A remodelação serve para dotar o país de competências para a nova fase da guerra, diz o presidente ucraniano.
Com as tendências de vitória a mudarem de uma candidatura para a outra, aprofundam-se as diferenças entre Kamala Harris e Donald Trump nas áreas ligadas à economia.
O gigante da siderurgia está prestes a ir parar às mãos da concorrência nipónica, mas nenhum dos dois candidatos está disponível para ver o país perder a sua independência no sector - facto que a própria empresa contesta.
Num contexto de campanha eleitoral onde tudo mudou para os democratas, a candidata do partido sentiu necessidade de explicar porque é que mudou relativamente a vários assuntos – depois de ter sido acusada de estar a reescrever a história.
Penso que as pessoas estão prontas para virar a página”, declarou Harris, na Geórgia, ao lado de Tim Walz, o governador de Minnesota e candidato a vice-presidente dos Estados Unidos.
Numa carta aberta, divulgada pela primeira vez na segunda-feira pelo jornal USA Today, 238 pessoas que trabalharam para o ex-presidente George H.W. Bush, o ex-presidente George W. Bush, o ex-senador do Arizona John McCain e o senador do Utah Mitt Romney, apelam aos seus colegas “republicanos moderados e independentes conservadores” para se juntarem no apoio a Harris.
Sabe-se o dia em que nasceu, o signo, o nome dos pais, o lugar onde se formou e as guerras que travou enquanto procuradora-geral. Por causa delas, foi acusada de esquerdismo – um rótulo que, nos Estados Unidos, continua a ser um misto de pecado e de exposição demorada a alucinogénios (LSD, álcool ou trotskismo).