O maior perigo para os Estados Unidos não é que a China simplesmente os substitua. É que aliados, parceiros e adversários concluam simultaneamente que depender de Washington passou a ser um risco.
"Aquilo de que o país menos precisava neste momento era desta instabilidade a acrescer a todas as outras que vivemos. Um dos maiores inimigos do investimento e da atividade económica é a instabilidade, é a incerteza", sublinhou Luís Miguel Ribeiro em entrevista à Antena1 e ao Jornal de Negócios.
Gerir a sustentabilidade financeira do país num contexto internacional ainda mais desequilibrado, é o grande desafio da política económica americana dos próximos anos.
Os sindicatos como a FENPROF falharam redondamente, apesar do alarido. A única coisa que a FENPROF e outros asseguraram ao longo das últimas décadas foi a sua própria existência.
Aproximamo-nos de mais um momento decisivo para o futuro da investigação científica em Portugal. Talvez se consiga dignificar a profissão, dotando-a de estabilidade e previsibilidade, e abrindo a porta à regularização da maioria das situações.
Apesar de termos um governo de maioria absoluta, o que os Portugueses sentem é a ausência de medidas, um degradar acentuado das instituições e um governo que se vai desfazendo.
Toda a gente gosta de segurança. Mas parece-me preferível uma espécie de “caos calmo” político e combativo, mas construtivo e ambicioso, capaz de pegar em várias ideias, a um “pântano” ou “paz podre” unilateral.
Será que a falta de credibilidade deste novo governo pode criar uma maior volatilidade na sua moeda? Sentir-se-ão os investidores seguros para voltar a investir na libra após esta demonstração de incerteza nas próprias medidas aplicadas?
Analistas avisam que “o aumento do custo dos serviços é também motivo de preocupação”, dado que a inflação está a ser transferida dos bens para o resto dos componentes do cabaz.