No século XX, quem controlava a produção dominava o mercado. No século XXI, quem controlar os dados, o software e o acesso ao veículo controlará a mobilidade.
A Comissão Europeia vai investigar os veículos elétricos chineses sob o pretexto de que as marcas praticam preços baixos porque beneficiam de enormes subsídios estatais. A China mostrou desagrado e fala de consequências para as relações comerciais.
A indústria automóvel nos EUA começa a sentir os efeitos de um verão que tem sido de conflitualidade laboral do lado de lá do Atlântico. A elevada inflação que se faz sentir nos EUA tem criado um fosso entre as posições dos empregadores e dos sindicatos em alguns sectores.
A França restringiu em maio a ajuda à compra de veículos elétricos para que apenas os "made in Europe" beneficiem do sistema. Bruxelas parece estar interessada em estender um sistema de proteção a todo o bloco.
A AEP – Associação Empresarial de Portugal e a AFIA -Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel estão de partida para a Alemanha com um grupo de empresas nacionais do setor automóvel para participar na feira IAA Mobility, que acontece em Munique, entre os dias 4 e 8 de setembro.
Crise dos semicondutores está resolvida e os resultados estão à vista. O grupo automóvel registou um disparo de 37% no lucro, com uma receita que se aproximou dos 100 mil milhões de euros à escala global.
O objetivo é “criar um ambiente favorável aos investimentos em ‘chips’ na Europa, acelerando os procedimentos de autorização e reconhecendo a sua importância crítica”, assinala o Parlamento Europeu em comunicado.
Urge que os governos nacionais, incluindo Portugal, deitem as mãos ao trabalho e criem a legislação que possa estar em falta, mas também implementem a que esteja em vigor.
A indústria automóvel britânica está sob pressão. A Ford e da Stellantis defendem uma extensão das atuais regras comerciais ou avisam que os investimentos em veículos elétricos em solo britânico poderão estar em risco.
No primeiro mês do ano foram produzidos 20.547 veículos no país, dos quais mais de 13 mil são ligeiros de passageiros. O maior aumento observou-se entre os veículos pesados, cuja produção cresceu 122,6%.