Segundo uma nota de imprensa hoje divulgada, o tribunal de Sintra condenou a empresa a “proceder ao pagamento à autora SIC Sociedade Independente de Comunicação S.A. da quantia de 3.315.998,67 de euros, acrescida de juros, à taxa comercial, desde a citação até efetivo e integral pagamento
Segundo avança o “Correio da Manhã”, a secretária nomeada pelo ministro Miguel Pinto Luz, já tinha conhecimento que sete dias antes da sua demissão da empresa pública de comboios em 2015, o Governo tinha comunicado ao Parlamento que o seu nome seria designado para a AMT.
Tribunal da Concorrência evidencia que a informação então divulgada "não era verdadeira, portanto era desconforme à realidade, uma vez que não referiu o acordo celebrado entre a TAP e Alexandra Reis.
A decisão foi comunicada hoje, em Fátima, no final da Assembleia Plenária da CEP, a qual determinou que estas compensações financeiras serão atribuídas com “caráter supletivo”.
A antiga eurodeputada Ana Gomes foi hoje condenada a pagar uma multa de 2.800 euros e uma indemnização de 8.000 euros ao empresário Mário Ferreira por o ter apelidado de "escroque" num `tweet´.
A antiga presidente executiva da TAP defende que qualquer decisão dos tribunais no processo contra a companhia aérea não vai apagar os danos causados por uma demissão que considera abrupta e injustificada, apesar de mostrar "confiança na justiça".
O presidente do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) considerou hoje "um pedido inacreditável" os 5,9 milhões de euros reclamados pela ex-presidente executiva (CEO) da TAP Christine Ourmières-Widener no processo cível interposto contra a companhia.
A advogada da antiga gestora da companhia aérea, Inês Arruda, contactada pelo Jornal Económico, confirmou a ação contra a TAP SGSP e a TAP S.A. O JE revela o que está na base da ação movida por Christine Ourmières Widener contra a companhia aérea.
A ação da defesa de Christine Ourmières Widener contra a TAP entrou hoje no Juízo Central Cível de Lisboa. A informação já se encontra disponível no portal eletrónica dos tribunais, o Citius.
O ex-ministro das Finanças diz-se perplexo pelo silêncio de Christine Ourmiéres-Widener e Manuel Beja sobre a indemnização paga a Alexandra Reis. Ex-CEO e ex-chairman "deviam ter comunicado". O caso motivou a comissão de inquérito onde é ouvido esta terça-feira.
Lamentavelmente, se se fizessem comissões de inquérito à Efacec, à CP ou a qualquer outra empresa pública, juraria que se descobririam episódios semelhantes aos da TAP. Ao contrário do que disse António Costa, empresas públicas são empresas políticas.
Quatro sindicatos de trabalhadores da aviação civil e aeroportos são ouvidos esta tarde na comissão parlamentar de inquérito à TAP. Outros três respondem aos deputados amanhã.
O presidente dessa comissão, Tiago Aires Mateus, diz que a comissão poderia ter negociado a indemnização de Alexandra Reis, mas que o modelo de governança da TAP "é relativamente complexo". Acrescenta que não acredita que haja lugar a pagamento de bónus a Christine Ourmières-Widener.
Depois do CFO, da CEO e da antiga administradora Alexandra Reis, é a vez do chairman da TAP ser ouvido na comissão parlamentar de inquérito à TAP. Recorde aqui.
O PSD adiantou hoje que a antiga administradora da TAP Alexandra Reis colocou o lugar à disposição em dezembro de 2021, “eventualmente, sem lugar a qualquer indemnização”, através de um e-mail enviado ao então ministro Pedro Nuno Santos.
O mais curioso nesta novela é que deixam na administração da TAP os restantes elementos, incluindo o CFO, no qual estão delegadas grande parte das competências.
Não é despicienda a intervenção de advogados na conceção e elaboração do acordo para os efeitos da justa causa de destituição da CEO da TAP. A ignorância de lei não justifica a falta do seu cumprimento, mas mitiga em muito a culpa de quem a não cumpre.
É preciso que a justiça faça o seu caminho em relação ao que não prescreveu, tal como é necessário que os agressores não permaneçam impunes, protegidos sob o manto da Igreja.