Nenhum sistema económico consegue eliminar erros, excessos ou crises. A questão é: quanto tempo leva para reconhecê-los e qual a sua capacidade de mudar quando percebem que determinado modelo chegou ao limite.
O Governo propôs, e bem, aumentos salariais para todos os trabalhadores. Mas as assimetrias têm-se acentuado devido à disparidade entre o rendimento dos muito ricos e o de todos os outros.
O problema da habitação em Portugal tem uma causa simples: ao longo da última década a procura foi superior à oferta. Em grande parte, porque esta foi a década em que menos fogos foram licenciados, construídos e colocados no mercado.
Uma devolução parcial do IRS pago pelos contribuintes, só pode ser uma boa ideia. Isto sem desprimor pela prudência orçamental e pela contenção que deveria existir na despesa.
O mapa está disponível no site da Deco Proteste e ajuda todos os interessados em mudar de cidade ou descobrir o interior do país a saberem quais os municípios com mais apoios.
Urge que os governos nacionais, incluindo Portugal, deitem as mãos ao trabalho e criem a legislação que possa estar em falta, mas também implementem a que esteja em vigor.
O aperto regulamentar prevê que se reduza em 55% as emissões de CO2 para carros novos e de 50% para carrinhas novas entre 2030 e 2034, face aos níveis atingidos em 2021. E pretende-se uma redução de 100% nas emissões de CO2 para carros novos e carrinhas a partir de 2035.
Um estudo realizado pela FI Group Portugal, LLYC e ManpowerGroup sobre a contratação de recursos humanos através dos apoios à I&D e Inovação, concluiu que 64,3% do universo de empresas inquiridas perspetivam o crescimento das suas estruturas dedicadas às áreas de inovação e desenvolvimento.
Para travar o ponto de não retorno, importa aprovar medidas de política que passem, nomeadamente, pela criação de incentivos ao investimento empresarial na sustentabilidade ambiental.
É necessária proatividade para acordar e agir, atuando sobre o que podem ser as dores ou ameaças da Organização, transformando-as em vantagens ou oportunidades de crescimento.
Nos últimos anos, assistimos nas várias redes sociais a incentivos para a captação de investidores, para “investirem” em criptoactivos. Muitos eram esquemas em pirâmide. Agora, milhões de investidores sofrem perdas, mas nem entendem porquê.
Só dando a devida importância ao sector do automóvel é que Portugal poderá posicionar-se como país pioneiro na corrida à descarbonização, não só no setor automóvel, mas em todas as outras indústrias.
Se ponderamos tributar lucros inesperados, sem pensar muito nos prejuízos inesperados, por que não criar também um mecanismo de benefícios para as empresas que verdadeiramente apoiam o Estado nesta luta?
A atividade informal, que assola o turismo português, tem impactos negativos na atividade económica como um todo e cria um estigma em relação ao turismo.
O problema crónico de produtividade nada tem a ver com a concentração de horários de trabalho. A solução está, p.e., em aumentar a remuneração indexada à produtividade, na desburocratização, na simplificação fiscal, na educação da população.