Entre janeiro e maio um anúncio de apartamento permaneceu ativo, em média, durante 93 dias, enquanto um anúncio de moradia permaneceu 139 dias, segundo o Imovirtual.
No mês de janeiro a subida foi de 8% face a dezembro, com os valores médios a fixarem-se nos 1.290 euros. No segmento de vendas a variação anual observou um aumento de 12% com as habitações a ficarem mais caras em cerca de 35 mil euros.
O valor médio das rendas subiu 350 euros face a 2022, com Lisboa a verificar um aumento de 34% para os 1.600 euros, enquanto o Porto observou um crescimento de 29%, passando dos 850 para os 1.100 euros.
O preço médio para compra de habitação na Madeira ficou acima dos 569 mil euros, de acordo com dados do Imovirtual. Nos concelhos da Ponta do Sol e da Calheta, esse valor médio já supera os 900 mil euros.
A média nacional é ultrapassada pelo distrito mais caro do país, Lisboa, onde os custos subiram 46%. Para comprar casa, o aumento em todo o país, nos últimos 12 meses, foi menos agressivo, na ordem de 8%.
Dados do portal Imovirtual comparam o mês de agosto e setembro de 2023, quando o período homólogo do ano anterior. No que ao preço médio de venda diz respeito fixou-se nos 427.395 euros (+1%).
Os Açores viu o preço das casas em agosto a subir 19% em comparação com o mês homólogo. Os concelhos de Lagoa, Ponta Delgada, Madalena e São Roque do Pico, são os mais caros para comprar casa.
Arrendar casa em Portugal custa em média 1.653 euros, quase o dobro do valor inserido nas buscas virtuais dos inquilinos. Em Lisboa a diferença é de 62%, revela o Imovirtual.
Este valor representou uma subida de 12% face a julho de 2022, com o preço médio a fixar-se atualmente nos 421.118 euros, um crescimento de 7% (391.754 euros).
Em maio do ano passado o valor médio de habitação para compra era de 395.984 euros, tendo aumentados para os 411.178 euros no período homólogo de 2023, o que significou um crescimento de 3,8%.