Entre janeiro e maio um anúncio de apartamento permaneceu ativo, em média, durante 93 dias, enquanto um anúncio de moradia permaneceu 139 dias, segundo o Imovirtual.
Face a abril verificou-se um aumento nas vendas de 4% (399 mil euros) e de 18% em relação a maio de 2024 (349.900 euros). No caso do arrendamento registou-se uma subida homóloga de 4% (1.250 euros).
Estudo do Imovirtual revela que, em muitos dos concelhos analisados, os preços de arrendamento no primeiro trimestre de 2025 continuam significativamente acima dos valores que os portugueses estão dispostos a pagar, sendo Lisboa a cidade com os maiores desequilíbrios.
Os dados do Imovirtual indicam que foram publicados mais de 93 mil anúncios para venda de imóveis novos no primeiro trimestre. Do lado da procura por distrito, o Porto supera Lisboa.
De acordo com o Imovirtual, o valor médio dos imóveis para arrendar em Portugal cresceu para 1.300 euros em abril, já o preço médio de venda a nível nacional subiu para 397.000 euros.
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A nível nacional, o preço médio anunciado das casas ronda os 387 mil euros, sendo que os compradores procuram imóveis com um valor médio de 233.054 euros.
Segundo o portal imobiliário Imovirtual, Lisboa lidera no arrendamento com 18% das pesquisas, enquanto Vila Nova de Gaia é a favorita para compra com quase 6% da procura.
Já a compra de casa verificou um aumento de 61%, com os apartamentos a observarem uma subida de 53% e as tipologias T2 e T3 a serem as mais procuradas (36% e 35%, respetivamente).
A ilha da Madeira é a mais cara para comprar casa, com os preços médios a rondarem os 530 mil euros, o que representa um aumento anual de 18%. Já a ilha de São Miguel foi a que registou o maior aumento anual, de 36% para 249.950 mil euros.
O distrito do Porto continua a ser o mais caro tanto para venda quanto para arrendamento, enquanto os restantes distritos apresentam variações mais moderadas, refere o estudo da plataforma "Imovirtual".
No distrito do Porto, as rendas das casas atingiram os seus valores mais elevados em junho de 2024 (1.250 euros). Santo Tirso (+92%) destacou-se como o concelho com maior aumento da renda média ao longo do ano, com os valores a subirem de 780 euros para 1.500 euros.
No terceiro trimestre de 2024 foram vendidas 39.600 habitações em Portugal Continental, em relação às 32.800 casas transacionadas no último trimestre do ano passado. "Comportamento dos preços dá eco à retoma nas vendas", destaca especialista.
Neste período, o valor dos imóveis passou dos 390 mil para os 650 mil euros. Olhando para o primeiro trimestre do ano, o preço médio de venda situava-se nem 450 mil euros subindo para os 495 mil euros no segundo trimestre, num aumento de 10%.
Os preços dos imóveis para arrendar registaram um aumento de 25% em relação a outubro de 2023, com um acréscimo médio de 300 euros. No que diz respeito ao mercado de venda, o preço médio das casas subiu para mais de 405 mil euros, representando um aumento de 76.400 euros (+23%).
Segundo os dados do barómetro do Imovirtual, o preço de uma moradia registou um aumento de 21% face a julho do ano passado, e o preço de um apartamento apresentou uma subida de 16%. Lisboa continua a ser o distrito mais caro para arrendar e comprar.
Este valor representa um aumento de 22,35% face ao período homólogo de 2023 (425 mil euros. Em termos de arrendamento verificou-se um crescimento para os 1.900 euros, em comparação com os 1.600 euros de maio do ano passado (+18,75%).
DGC destaca que, enquanto autoridade pública de defesa do consumidor, realizou uma ação de fiscalização a publicidade sobre imóveis em meio digital, nomeadamente, nos 'sites' dos operadores económicos e plataformas online.
A procura por apartamentos e quartos desceu 4% e 15%, respetivamente nos meses de novembro, dezembro de 2023 e janeiro de 2024, quando comparado com o período homólogo.