Sobre a adoção do simplex urbanístico esta terça-feira, vista como "uma mudança de paradigma", o mesmo responsável recorda que o pacote "envolve vários vários players do mercado", como promotores, investidores, projetistas, consultores jurídicos, sem esquecer "a administração pública na figura das Câmaras Municipais e assim como as demais entidades licenciadores".
"Tem havido ao longo dos tempos um desfasamento entre a realidade e aquilo que a lei nos pede", defendeu o managing partner da Cuatrecasas Portugal na sua intervenção na conferência"Simplex Urbanístico: oportunidades e desafios", que decorre esta manhã na sede do escritório em Lisboa, com o Jornal Económico como media partner.
A abertura do evento, que decorre durante a manhã desta segunda-feira e conta com o Jornal Económico como 'media partner', estará a cargo de Nuno Sá Carvalho, managing partner e sócio coordenador da área de Imobiliário e Urbanismo da Cuatrecasas.
De acordo com os dados da empresa, em 2023, ano de quebra global no sector, a Keller Williams manteve a faturação alcançada em 2022 – 56 milhões de euros – e registou um aumento de 20% no número de angariações.
Maria Goreti Rebêlo deixou a Uría Menéndez ao fim de quase 20 anos e integra esta sociedade enquanto consultora sénior. Entram também Diogo Neves, Maria Sanches Afonso, Raquel de Lóia Sequeira e Beatriz Paredes.
Segundo dados da Worx Real Estate Consultants, apesar de se ter sentido uma diminuição na procura por casa, o preço médio de venda registou um aumento, de 8% nos imóveis novos, para 4.045 euros por metro quadrado, e de 9% nos imóveis usados, para 2.116 euros por metro quadrado.
Dados da ERA mostram que várias tipologias de apartamentos ficaram mais caras. Por nacionalidades, os que mais compraram foram portugueses, britânicos, alemães e norte-americanos.
Em Lisboa e Porto, a taxa de esforço para o mercado de arrendamento aumentou de forma significativa no ano passado, mas é a cidade do Funchal que exige uma maior taxa de esforço para arrendar. No segmento de compra, Faro observou o maior crescimento.
O ex-ministro da Economia considera que é preciso atacar os fatores que têm provocado um aumento nos custos da construção, como a demora nos licenciamentos e a fiscalidade. Já o ex-presidente do novobanco, António Ramalho, defende uma descida transitória do IVA na construção.
O valor do parque imobiliário germânico pode perder até 30% do seu valor. Uma boa notícia para os compradores, mas uma péssima entrada nos balanços das imobiliárias e dos bancos.
O relatório da consultora Cushman &Wakefield, revelou que em 2023 houve uma queda homóloga de 59% da ocupação no mercado de escritórios da zona de Lisboa, no entanto o Porto mostrou alguma resiliência, tendo registado uma quebra homóloga da absorção de 14%.
O investimento imobiliário no país caiu 50% em 2023 para um total de 1.600 milhões de euros, em linha com o resto da Europa, segundo dados da consultora imobiliária Savills, hoje divulgados.
A Modern vai representar as propriedades mais ‘cobiçadas’ em Portugal, em zonas como Cascais, Comporta e Quinta do Lago. Concentrando-se no 1% mais alto do mercado, com imóveis a um preço médio superior a 7,5 milhões de euros.
Especialistas ouvidos pelo JE antecipam ano de crescimento neste segmento do sector imobiliário que precisa de resolver três questões: construir para poder ter maior oferta, demora nos licenciamentos e estabilidade fiscal.
Perante a crise habitacional que o país atravessa têm sido aprovadas várias medidas avulsas que visam, de alguma forma, ajudar os portugueses a ultrapassar as dificuldades inerentes à habitação.
A gestora de fundos Bondstone Investment Management, SGOIC, "começará por gerir duas sociedades de investimento coletivo imobiliário, dedicadas ao desenvolvimento de projetos residenciais e turísticos em Lisboa e no Algarve, com uma carteira avaliada em mais de 70 milhões de euros".
Inquérito da plataforma Imovendo revela que metade dos portugueses atribuem à crise económica a principal causa para o impacto no mercado imobiliário, enquanto 27,6% aponta responsabilidades às taxas de juro, 6,9% à guerra na Europa e 3,4% à queda do Governo.
Face ao período homólogo verificou-se um aumento de um ponto percentual (6,3%). O distrito de Santarém foi o mais rentável para comprar uma casa para investimento, apresentando um retorno de 7,5%.
Exclusivo: A GuestReady quer passar de quase 70 para perto de 200 apartamentos/unidades na Madeira em 2024. Restrições ao Alojamento Local impostas no continente vão impulsionar o negócio na região.
Exclusivo: A RE/MAX espera que cresça também o segmento de luxo, para o qual tem contribuído os mercados estrangeiros, e o número de transações na Madeira.