Os dados da banca podem ser usados para desenvolver "novos serviços e novos modelos de negócio", segundo Maria Antónia Saldanha. O potencial da Inteligência Artificial no sector bancário esteve em debate esta quarta-feira na conferência do JE que decorreu em Lisboa.
"A regulação está em grande mudança", disse Sandro Mendonça, professor da ISCTE-Business School, no âmbito da conferência do JE sobre o potencial da Inteligência Artificial no sector bancário, que tem lugar em Lisboa esta quarta-feira.
“Temos a regulamentação mais restritiva do mundo e isso vai penalizar o desenvolvimento económico na Europa. É necessária mais inteligência", defendeu Fernando Bação, professor catedrático na NOVA IMS, na conferência “IA no mundo financeiro” da Abreu Advogados.
"Queremos que o mercado, os nossos clientes e os nossos parceiros trabalhem connosco na ideação, demonstração e experimentação de tecnologias de IA da Microsoft. O Experience center será o espaço natural para tais reuniões, sprints, workshops”, diz a consultora ao JE
De acordo com o 'Artificial intelligence and English language teaching research', desenvolvido pela organização britânica e pelo Instituto de Investigação em Inovação Digital em Aprendizagem, 70% dos professores inquiridos entende que os alunos devem conseguir escrever em inglês sem recorrerem a essas funcionalidades de tradução.
"À medida que as capacidades geradoras da IA aumentam, aumenta também a necessidade de chips mais rápidos e eficientes para atender à necessidade de mais poder de computação. A maneira mais rápida e eficaz de desenvolver esses superchips, cobiçados pela sua capacidade de acelerar o desempenho de produtos de computação e responder às necessidades da IA generativa, é usar a própria inteligência artificial para o seu design", explica a seguradora num relatório sobre o sector.
Para 2024, a Anturio fará uma aposta em termos internacionais no mercado espanhol e prevê aumentar a equipa em 15% englobando áreas como a consultoria, desenvolvimento, suporte e vendas.
O ano de 2023 registou mais de 699 milhões de dispositivos IoT da Xiaomi, um número que avança até aos 1,5 mil milhões com a junção dos smartphones. Perante estes números, a marca chinesa tomou a decisão de avançar com o HyperOS, o sistema que permite a ligação de todos os seus dispositivos (relógio, robôs, carro, Air Fryer, por exemplo) ao smartphone sem a necessidade de uma aplicação.
O inquérito envolve 650 pessoas ligadas a entidades bancárias e diz que que 89% das entidades dizem-se inovadoras mas 63% ainda operam com sistemas "datados", enquanto que 60% dos executivos bancários afirmaram que a inteligência artificial (IA) generativa "está a facilitar decisivamente a transição das aplicações para a cloud, indicando uma fase de transformação para esta tecnologia".
A próxima etapa é fazer com que o 'chatbot' chegue à WhatsApp e telefone, apoie o cliente num processo de desalfandegamento, em alterações na data/local da entrega das encomendas ou no pagamento de portagens.
O ex-presidente da Comissão Europeia crê que o conjunto dos 27 Estados-membros, devido à pool de talentos, tem potencial para crescer na digitalização, mas não duvida de que sobressaem duas potências nesta área: Estados Unidos e China.
Miguel Leocádio, responsável da Glintt Next, diz que ainda há muitas empresas com processos administrativos e burocráticos manuais, prevê que "nos próximos anos haverá aí uma grande mudança” e desafia aos testes internos de uso da Inteligência Artificial.
Sérgio Ferreira, ‘partner’ da consultora EY, deu o exemplo da Amazon como uma “organização algorítmica” e disse esta quarta-feira que o futuro será à base de “seres humanos com superpoderes”.
O projeto, em parceria com a consultora Accenture, a Avanade e a Fábrica dos Unicórnios, foi anunciado esta quarta-feira na abertura do evento de tecnologia “Building the Future”. A inauguração está prevista para o próximo mês de novembro. O Jornal Económico sabe que terá cerca de 200m2.
A Cegid anunciou que está a recrutar mais de 50 engenheiros de software especializados em inteligência artificial, e pretende atingir 150 profissionais até 2025, num centro que vai funcionar em articulação com os escritórios de Lisboa e Braga.
Trata-se de uma ferramenta digital algorítmica desenhada para o sector jurídico. A sociedade de advogados diz que a “confidencialidade do tratamento dos dados” foi um fator determinante na escolha da tecnologia.
O Cuatrecasas Acelera, programa de aceleração para legaltechs da sociedade de advogados, premiou o projeto da empresa de Inteligência Artificial para o sector da saúde.
Em entrevista ao Jornal Económico, o presidente da Microsoft Europa, Médio Oriente e África revela que a tecnológica trabalha em Portugal com a EDP e a Farfetch em projetos de digitalização avançada. Para o seu ‘Copilot’ de Inteligência Artificial, Ralph Haupter só tem elogios e garante que é, e continuará a ser, apenas um “copiloto” dos seres humanos.
"54% do tecido empresarial nacional possui recomendações documentadas sobre medidas, práticas ou procedimentos de segurança das TIC" , revela Bruno Castro, CEO da VisionWare.