A tecnologia por si só não gera valor; o valor surge quando a organização se reestrutura em torno dela. O mesmo princípio se aplica à inteligência artificial.
A tecnológica vai avançar com um chip, de forma a tentar roubar uma parte do mercado à Nvidia, cuja operação controla cerca de 80% do volume de vendas a nível global.
A consultora tem por objetivo fazer os investimentos nos próximos três anos, de forma a recorrer às novas tecnologias para prestar serviços de forma mais eficientes e fazer crescer a sua operação.
Toda e qualquer revolução, seja ela industrial, política ou social, apesar de terem, na sua grande maioria, géneses positivas e desejos beneméritos, trazem sempre consigo ambições distintas, corrupções de sociedades.
A União Europeia vai obrigar as empresas que trabalhem na área de mídia, como a Google e o Facebook, a identificarem os conteúdos e imagens que sejam feitos por Inteligência Artificial (IA) de forma a combater as notícias falsas e a desinformação proveniente da Rússia.
A OpenAI está interessada em ter instalações num estado-membro da União Europeia. Em causa estão as regulações do bloco que vão ser colocadas em prática e abrangem empresas que trabalham com Inteligência Artificial.
Segundo a Goldman Sachs, ao longo da última temporada de resultados, houve mais de 1.600 menções à tecnologia de Inteligência Artificial nas apresentações de resultados das tecnológicas norte-americanas e europeias, um impulso que se concretizou em valorizações significativas das empresas que se relacionaram a este tipo de tecnologia.
A Comissão Europeia espera, este ano, um acordo na União Europeia (UE) relativamente à primeira lei sobre Inteligência Artificial (IA), embora admita que as novas regras só entrem em vigor em 2025, não acompanhando a velocidade da tecnologia.
A nova empresa surge do spin-off do negócio ‘Intelligence’ da Smartwatt, da área das energias. E pretende avançar nos mercados externos, onde já assumiu posições em diversos mercados.
Esta é uma das previsões relativamente à forma como as grandes empresas vão lidar com a Inteligência Artificial. Perspectivas foram apresentadas no IDC Future of Intelligence, um evento IDC Portugal que decorreu esta quinta-feira, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Seja(mos) uma voz de inclusão e flexibilidade e ajudemos a criar um futuro onde a tecnologia seja um reflexo das nossas melhores qualidades, em vez de perpetuar os nossos piores comportamentos.
Arrisco a dizer, e creio não estar a exagerar, que a massificação da Inteligência Artificial é o maior avanço tecnológico global e disruptivo depois da internet.
Muitas empresas não escalam porque os gestores não sabem ou não querem delegar, por necessidade de controlar ou por não confiar efetivamente nas suas equipas. E quando tiver de delegar numa plataforma digital “inteligente”?
À medida que os sistemas baseados em IA evoluem e se tornam mais prevalentes e autónomos, é necessário codificar os incentivos e valores que, enquanto sociedade, pretendemos ver refletidos neste novo tipo de tecnologia. Os psicólogos têm aqui um papel importante a desempenhar.
Uma carta redigida e assinada por várias pessoas do sector tecnológico, incluindo Elon Musk, pede que os desenvolvimentos da Inteligência Artificial parem, alertando para potenciais riscos para a sociedade.