função pública

Despesa com salários da função pública moçambicana sobe 40% para mais de três mil milhões de euros

Segundo dados do relatório de execução orçamental de janeiro a dezembro, trata-se de 100% do valor que foi estimado pelo Governo para todo o ano de 2024, mas após revisão, tendo em conta a dotação inicialmente aprovada de 191.747 milhões de meticais (2.878 milhões de euros). Compara ainda com os 141.641 milhões de meticais (2.126 milhões de euros) gastos em 2023, que foi então 80,4% do orçamentado.
Despesa com salários da função pública moçambicana sobe 40% para mais de três mil milhões de euros

Governo moçambicano aprova pagamento de metade do 13.º salário à função pública

“Esta medida será efetuada numa só tranche no mês de fevereiro. Entretanto, esta medida não abrange os ministros, vice-ministros, deputados, governadores, secretários de Estado, bem assim como os membros dos conselhos de administração das instituições de administração direta e indireta do Estado”, declarou o porta-voz do Conselho Ministros, após uma sessão do órgão em Maputo, Inocêncio Impissa.
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STE junta-se à Fesap e vai assinar acordo da função pública até 2028

O sindicato liderado por Maria Helena Rodrigues junta-se, deste modo, à Federação de Sindicatos da Administração Pública (Fesap), que, na segunda-feira, já tinha indicado à Lusa que estava disponível para subscrever o acordo proposto pelo Governo para a valorização dos trabalhadores da Administração Pública e que contempla um horizonte temporal até 2028, dado que o atual só vigora até 2026.
STE junta-se à Fesap e vai assinar acordo da função pública até 2028

Frente Comum fora de acordo sobre salários por estar contra política de “empobrecimento”

Este acordo "parece que foi desenhado a régua e esquadro para garantir que a Frente Comum não assinava", afirmou o coordenador da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (Frente Comum), Sebastião Santana, à saída da reunião suplementar com a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, em Lisboa.
Frente Comum fora de acordo sobre salários por estar contra política de “empobrecimento”