A cerimónia de tomada de posse decorreu esta sexta-feira, dia 7 de agosto, tendo sido presidida pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.
Segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, a maior fatia, no valor de 43 milhões de euros, corresponde a dívidas com mais de seis meses. Na lista dos credores, a Universidade do Porto é o maior, tendo a haver 8,8 milhões de euros, seguida da Universidade de Aveiro, com 8,7 milhões.
“Sabemos que é um diploma sensível e concluímos que não tínhamos condições – apesar dos passos que foram dados para percebermos melhor os pontos em que podemos vir a melhorar este regime no futuro – para hoje chegarmos a acordo e avançarmos no sentido de fazer essas alterações”, explicou o ministro da Educação, Ciência e Inovação.
Atualização foi anunciada numa altura em que são reportados "fortes constrangimentos" no Portal das Matrículas, dado o "elevado número de acessos" à plataforma, explica a tutela num comunicação emitido ao início da noite desta quarta-feira.
Ilídio Pinho, um dos mais inovadores empresários do Portugal democrático, recebe esta segunda-feira o doutoramento 'honoris causa' da Universidade do Porto. O reitor, António de Sousa Pereira, que considera “incompreensível" que um Governo (Tiago Brandão Rodrigues, então ministro da Educação) tenha deixado cair o programa do prémio ‘Ciência na Escola’ e recusado o mecenato da Fundação Ilídio Pinho, apela ao ministro Fernando Alexandre a que o recupere.
Para atrair para a carreira docente, Ministério da Educação vai atribuir até duas mil bolsas de estudo a novos estudantes matriculados nas licenciaturas e mestrados em Ciências da Educação/Ensino. Esta é uma das 15 medidas apresentadas esta sexta-feira pelo ministro da Educação, Fernando Alexandre. A contratação de reformados, o prolongamento da carreira para quem queira e o trazer de regresso às escolas professores que saíram são outras propostas do Governo.
Pacote foi aprovado em Conselho de Ministro esta sexta-feira e custa 20 milhões de euros a sair do Orçamento do Estado este ano e no próximo, revelou o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre. "Não haverá muitos investimentos em Portugal com retorno maior do que este", afirmou.
Ministério da Educação, Ciência e Inovação divulgou esta sexta-feira as estimativas da evolução anual da recuperação do tempo de serviço dos professores, que permitirá a mais de 67 mil professores subir de escalão no próximo ano.
Quatro tranches a recuperar durante "dois anos e 10 meses" este é o teor do acordo assinado esta terça-feira numa maratona negocial entre o Governo e sete estruturas sindicais dos professores. Quatro, incluindo a FENPROF, afeta à CGTP, recusaram assinar e o "rebelde" STOP vai “auscultar” os professores e só depois anunciar decisão. O ministro da Educação revelou que a medida custa no total 300 milhões de euros.
Sindicatos dos professores e Governo voltam a sentar-se à mesa esta terça-feira, 21 de maio. Um acordo interessa às partes e os aspetos que as aproximam são mais do que os que as dividem, mas ainda há linhas vermelhas. O dia promete ser longo. Começa com a FNE e encerra com a FENPROF.
O ministro Fernando Alexandre cumpriu a palavra, ajustando a proposta inicial. Mantém a recuperação em cinco anos, mas permite que se recupere metade do tempo logo nos dois primeiros anos. Em 2026 serão recuperados mais 20%, ficando os restantes 30% para os dois anos seguintes. Houve avanços, dizem os sindicatos, mas ainda estamos longe de um acordo.
"O que nós pretendemos fazer é a recuperação do tempo de serviço que vai ser específica para cada professor" e terá que ser feita com rigor e correção, "por um lado, por uma razão de justiça e, por outro, por razões orçamentais", sublinhou Fernando Alexandre.
A data foi avançada esta sexta-feira por Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF, primeiro a reunir no Ministério da Educação. As negociações entre o ministro Fernando Alexandre e equipa continuam neste momento com as estruturas mais pequenas.
Sindicatos querem compromisso de Fernando Alexandre de que reposição arranca este ano e não em 2025 como disse o ministro das Finanças. Negociações começam esta sexta-feira.
Ministério de Fernando Alexandre anunciou, esta quinta ao fim do dia, autorização até cinco horas semanais de serviço docente extraordinário aos professores de Informática. Esta manhã, a FENPROF tinha anunciado pré-avisos de greve à manutenção e apoio técnico às provas digitai, alegando "sobrecarga de trabalho" além do "limite legal do horário dos docentes”.
O processo negocial com vista à recuperação do tempo de serviço congelado de educadores e professores tem início no final da próxima semana, anunciou a tutela esta quarta-feira.
Em comunicado, a pasta liderada por Fernando Alexandre sublinha que as "reuniões decorreram num espírito de abertura e diálogo, com sentido de responsabilidade de todos, tendo em vista assegurar as condições para o início de um ano letivo com maior tranquilidade do que nos últimos anos".
António Almeida-Dias, presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (APESP), denuncia a influência que as associações e ordens profissionais têm sobre o processo de acreditação e avaliação a cargo da A3ES e defende a alteração do modelo. Nesta entrevista ao JE, considera que juntar tudo num só Ministério é uma forma integrada de olhar para a Educação e adianta os principais problemas com que se confrontam os privados: vagas, modelo de avaliação dos centros de investigação, estatuto da carreira docente.
Fernando Alexandre, o superministro da Educação, Ciência e Inovação, arranca o consulado com várias batatas quentes em mãos. Precariedade, salários e carreiras são problemas no Ensino Superior, diz José Moreira, presidente do SNESup, ao JE. Na Educação, o caderno de encargos da FENPROF vai muito além da recuperação do tempo de serviço dos professores.
“Basicamente, quem vai assumir as matérias de ensino superior sou eu próprio”, disse o ministro em declarações à agência Lusa, para esclarecer as dúvidas sobre quem ficaria responsável pela área, depois de divulgada a lista de secretários de Estado.