Fenprof

Respostas Rápidas. Como estão as negociações dos professores?

Os sindicatos dos professores e o Governo voltam a sentar-se à mesa dia 21 de maio. Depois das duas primeiras rondas negociais, são mais os aspetos que aproximam as partes do que aqueles que as dividem, ainda assim, a inexistência de compensação no valor da reforma, para os professores que já não terão possibilidade de recuperar, é uma linha vermelha para alguns sindicatos.
Almerinda Romeira15 Mai
Respostas Rápidas. Como estão as negociações dos professores?

Governo aproxima-se dos sindicatos e propõe devolução de 50% do tempo congelado nos dois primeiros anos

O ministro Fernando Alexandre cumpriu a palavra, ajustando a proposta inicial. Mantém a recuperação em cinco anos, mas permite que se recupere metade do tempo logo nos dois primeiros anos. Em 2026 serão recuperados mais 20%, ficando os restantes 30% para os dois anos seguintes. Houve avanços, dizem os sindicatos, mas ainda estamos longe de um acordo.
Almerinda Romeira13 Mai
Governo aproxima-se dos sindicatos e propõe devolução de 50% do tempo congelado nos dois primeiros anos

FENPROF ameaça com greve caso falhem as negociações

FENPROF estabelece linhas vermelhas na recuperação do tempo dos professores e afirma que, caso as negociações terminem sem acordo, marcará uma greve para o primeiro dia legalmente possível, depois de dia 21 (em 29 de maio), abrangendo todos os docentes da educação pré-escolar, ensinos básico e secundário.
Almerinda Romeira10 Mai
FENPROF ameaça com greve caso falhem as negociações

Pedro Barreiros: “Não queremos uma queda do Governo que nos obrigue a reiniciar todo o processo”

O secretário geral da FNE, maior estrutura sindical de professores afeta à UGT, saudou a proposta do ministro Fernando Alexandre de que a recuperação do tempo de serviço congelado se iniciará em 2024 e ficará concluída até ao final da Legislatura, salientando a urgência em assinar o acordo e que este seja vertido para Decreto-Lei. Mas adiantou "querer mais" do que os 20% ao ano propostos.
Almerinda Romeira3 Mai
Pedro Barreiros: “Não queremos uma queda do Governo que nos obrigue a reiniciar todo o processo”