O imobiliário continuará a ser um pilar de estabilidade e valorização em Portugal, mas apenas para quem o souber interpretar. Não como oportunidade ocasional, mas como uma estratégia a longo prazo.
Luanda reconhece o falhanço das duas últimas fases do plano original, até 2025. Diversificação da economia é chave para mais que duplicar PIB, mas a dependência das matérias-primas não deve cair significativamente no curto-prazo.
As recentes polémicas e mudanças no executivo são péssimos sinais. O caso TAP revela um amadorismo atroz e impreparação de muita gente para assumir os cargos que ocupam.
O ano que passou, não se revelou substancialmente diferente dos outros. Ninguém teve verdadeiramente a preocupação de lançar uma discussão séria sobre o paradigma de desenvolvimento nacional, que é o que nos deveria preocupar a todos.
Precisamos de uma nova gente. De novos agentes. De uma classe política refrescada e refrescante. Com Mundo. No fundo, precisamos de um novo pensamento, de novos caminhos e da necessária estratégia nacional de longo prazo para Portugal.